Blog do Praetzel

Arquivo : Vasco

Vasco tenta a contratação de Giovanni Augusto
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

O Vasco está tentando contratar Giovanni Augusto, meia do Corinthians. A diretoria enviou uma proposta ao presidente Andrés Sanchez, por um empréstimo até o final do ano. Giovanni está treinando normalmente no Corinthians, mas não vem sendo aproveitado pelo técnico Fábio Carille.

Giovanni Augusto chegou ao Corinthians, no início de 2016, a pedido do então técnico Tite. Desembarcou no clube com um grande salário, pelo bom desempenho anterior no Atlético-MG. No Corinthians, não conseguiu repetir as atuações e foi mais reserva do que titular, apesar de ser campeão brasileiro e paulista, em 2017.

No ano passado, Giovanni recusou uma troca por Valdívia, do Inter, preferindo permanecer e tentar reaver seu espaço na equipe. Não conseguiu. Agora, colocado em disponibilidade, a tendência é que mude de ares.

O meia já disputou 74 partidas pelo Corinthians, com sete gols marcados. Tem contrato até dezembro de 2019.


Vasco quer manter Luís Fabiano. Jogador prioriza recuperação do joelho
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

A nova diretoria do Vasco comemorou a vitória de 4 a 0 sobre a Universidad Concepción do Chile, na abertura da pré-Libertadores. No jogo de volta, o time carioca pode perder por três gols de diferença, que estará classificado para a segunda fase. Apesar do bom resultado, os dirigentes entendem que o Vasco precisa se reforçar para a temporada. Uma das ideias é permanecer com Luís Fabiano, recuperando-se de lesão no joelho direito, o mesmo que passou por uma artroscopia, em agosto de 2017.

“Não vamos rescindir com o Luís Fabiano. Nós contamos com ele e estamos torcendo pela sua recuperação, o mais rápido possível. Ele vai nos ajudar muito com os jovens que temos, com toda sua experiência”, afirmou o diretor-executivo, Paulo Pelaipe.

Luís Fabiano está fazendo tratamento no Reffis do São Paulo. O blog apurou com seu staff, que a prioridade do atacante é se recuperar totalmente, para voltar a atuar sem dores. O prazo estipulado é de três meses. Luís Fabiano ainda não sabe se vai continuar no Vasco, mas pretende conversar com a nova cúpula, nos próximos dias. Ele tem  contrato com o clube até dezembro.

Luís Fabiano foi contratado em 2017. Disputou 20 partidas e marcou seis gols. Está com 37 anos.


Reage Vasco! A ditadura está acabando
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

Sou gaúcho, mas desde criança ouvi muitas histórias do Vasco, através do meu pai, fanático por futebol. Ele me falava dos grandes times da história vascaína, como o Expresso da Vitória, marcante na década de 40, e o campeão brasileiro de 74, superando o grande Cruzeiro da época. Cresci e herdei a paixão pelo esporte e fui trabalhar com jornalismo esportivo.

Vi o Vasco ganhar o Brasileiro mais três vezes(89, 97 e 2000) e a Libertadores em 98. Sempre com ótimos times e jogadores. Respeitado e temido. Com uma grande torcida espalhada pelo Brasil. Mas a conta chegou, com o clube sendo vitimado pelas péssimas administrações de Eurico, Roberto Dinamite e Eurico. Três rebaixamentos e títulos para pagar, não ganhar. Teve uma Copa do Brasil e um vice brasileiro em 2011, mas com gastos fora da realidade. Todo mundo sabia que aquilo era irreal.

Agora, chegou a hora de reerguer o clube. Não conheço Júlio Brant, o próximo presidente. Me parece bem intencionado e pronto para a bomba que vai encontrar. No discurso, sabe da grandeza do Vasco e de como sócios, torcedores e simpatizantes devem ser tratados. A favor da instituição, sem se aproveitar dela. O palavreado euriquista de “Eu sou Vasco antes de tudo” foi para o espaço, depois dos últimos acontecimentos. A equipe voltará a disputar a Libertadores e o presidente está mais preocupado em atrapalhar a vida do próximo mandatário, vitorioso contra ele, nas urnas legítimas. Triste. Vergonhoso. Mas com data para terminar, finalmente.

O Vasco precisa ser arejado. Hoje, torcedores de vários estados torcem contra pela antipatia a Eurico. O cara que proibiu o repórter Lucas Pedrosa do Esporte Interativo de participar da entrevista coletiva porque ele revelou os desmandos da diretoria. O mesmo que proíbe o portal UOL de fazer a cobertura diária no CT de Vargem Grande. Caras que se acham donos do Vasco e têm alergia à verdade. Mas eles estão passando. O Vasco fica. A agenda positiva voltará.

Que Zé Ricardo consiga ter paz para levar o Vasco à fase de grupos da Libertadores e que o clube volte a ser admirado, e não ridicularizado, como nos últimos anos. Nem é preciso mais dizer “Fora Eurico”. Ele já é passado.


Chape foi gigante. São Paulo não mereceu mais que 50 pontos
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

Terminou o Campeonato Brasileiro de 2017. Acompanhei a última rodada com total atenção. Comentei o empate entre Santos e Avaí, na Vila Belmiro. O time catarinense esteve vivo até o final, precisando de um gol para permanecer na Série A. Não conseguiu pela falta de qualidade dos seus jogadores. Volta para a Série B, com Coritiba, Ponte Preta e Atlético-GO.

O grande destaque foi a Chapecoense. Um ano depois da tragédia que vitimou diretoria, comissão técnica e elenco, a Chape está classificada para a pré-Libertadores e consegue sua melhor colocação nos pontos corridos, com a oitava posição. Um resultado espetacular por tudo que a Chape passou. Montou um grupo às pressas, conviveu com troca de treinadores e viveu a pressão de não ser rebaixada, porque esse era o grande desafio: não cair, depois de tudo. O trabalho merece ser enaltecido. É um recomeço de verdade. Vida longa à Chapecoense.

Entre as decepções, Atlético-MG e São Paulo ganharam de goleada. O Galo foi um arremedo de equipe, desde o início da competição. Teve três técnicos e conseguiu um pouco de regularidade com Oswaldo de Oliveira. Chegar à Libertadores, via G9, é protocolar, mas sem o que comemorar. Temporada ruim e torcida pelo Flamengo.

O São Paulo parou nos 50 pontos, mesma pontuação de 2013, quando também foi ameaçado de rebaixamento. Muito pouco, mas a realidade tricolor. A diretoria negociou bons valores em meio ao torneio e ainda demitiu Rogério Ceni, gerando insegurança no vestiário. Dorival Jr. assumiu sob pressão e com quase um time de contratações. Remontou a equipe, mas o sofrimento era esperado. Em nenhum momento, a Libertadores foi algo real, pelas atuações. Pelo G9, sim. Mas só por isso.

Nos últimos cinco anos, o São Paulo lutou contra três quedas. Esse papo de “time grande não cai”, é uma falácia. Planeja mal e brinca com o futebol, que a queda vem à galope. O torcedor foi o craque do ano, mas ele não entra em campo. É preciso ter consideração com quem apoiou em todos os momentos. Porque uma hora, todo mundo larga de mão. Não se brinca com o sentimento de quem paga ingresso. Que 2018 seja bem melhor.

Para fechar, parabéns ao Vasco, sétimo colocado e na pré-Libertadores e uma vaia para o Botafogo, que despencou nas rodadas finais, entregando uma vaga praticamente certa no torneio sul-americano.


Vasco precisa renascer. Que a Justiça faça justiça pela transparência
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

O Vasco começa a quarta-feira com dois presidentes, em tese. Nas sete urnas apuradas, Eurico Miranda foi reeleito  presidente. No entanto, a urna sete está sub-júdice porque vários votantes foram legitimizados horas antes do pleito. Nesta urna, Eurico fez 408 votos contra 42 de Júlio Brant, candidato da oposição. Nos votos válidos, Brant ganhou de Eurico por 1933 a 1703. Agora, a Justiça vai decidir se a urna sete será aceita ou não. Brant e Eurico comemoraram a vitória, numa cena curiosa e constrangedora, ao mesmo tempo. Brant deu entrevistas se considerando presidente e Eurico já se considerava vitorioso, antes do final da apuração. Integrantes da Assembléia geral anunciaram a reeleição de Eurico por mais três anos. O processo foi mais equilibrado em relação a anos anteriores, mas Eurico saiu vitorioso outra vez, até que se prove o contrário.

O Vasco tem uma torcida imensa em todo o Brasil e precisa de paz. mas parece que isso está longe de acontecer. O clube parou no tempo. De 2008 a 2016, caiu três vezes para a Série B, depois de administrações desastrosas de Roberto Dinamite e Eurico Miranda. É verdade que ganhou a Copa do Brasil e foi vice-campeão brasileiro, em 2011, mas isso passou batido em seguida, com Dinamite gastando tudo que podia e não podia, para levar o Vasco a lutar pela Libertadores da América, em 2012. As consequências foram mais duas quedas em três anos.

Eurico tem dito que o Vasco vai disputar a Libertadores, em 2018. Ele entende que isso já é uma grande vitória para quem retornou à Série A. Eu diria que é muito pouco. O Vasco já foi referência, com grandes nomes revelados e sempre brigando por títulos. Romário, Edmundo, Felipe, Pedrinho, Philipe Coutinho, apenas para lembrar os mais recentes. Hoje, Paulinho e Paulo Victor apareceram bem, mas o volante Douglas foi negociado rapidamente pela crise financeira. Em estrutura, o Vasco tem um estádio defasado e um quadro de sócios ridículo para a grandeza do clube.

Já fui cobrir jogos em São Januário. A “guarda” de Eurico não faz a mínima questão de receber a imprensa. Sempre foi complicado trabalhar ali. Eurico trata o Vasco como se fosse dele. Ex-jogadores e atletas atuais costumam dizer que Eurico cumpre com tudo que promete, como se isso não fosse obrigação. A realidade é que o Vasco ficou para trás dos rivais e não se vê muitas possibilidades de crescimento a médio prazo.

Uma mentalidade empresarial e profissional poderia mudar esse quadro e talvez Brant trouxesse uma gestão diferente, mas isso só a Justiça poderá definir. Hoje, os sócios deixaram tudo como está e não poderão reclamar de mais um triênio de apequenamento e dificuldades para o Vasco.


Vasco tenta contratar dois jogadores do Palmeiras
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

A diretoria do Vasco aproveitou a passagem por São Paulo para buscar a contratação de dois jogadores do Palmeiras, por empréstimo, em um acerto entre os dois clubes, ainda pela chegada de Luan ao Verdão. O Vasco pretende reforçar seu elenco, depois da saída de Nenê e da falta de maiores opções para o técnico Milton Mendes.

O blog apurou que o Vasco fez consultas por Raphael Veiga, Hyoran e Erik. Os três têm recebido poucas chances de Cuca.

Raphael Veiga veio do Coritiba com grande cartaz, mas não conseguiu sequência. Já disputou 16 jogos e marcou dois gols.

Hyoran tem apenas quatro partidas e já teve empréstimo cogitado para a própria Chapecoense, de onde foi contratado.

Erik custou R$ 13 milhões e foi trazido como ótimo reforço do Goiás, em 2016. Não repetiu as boas atuações em 44 partidas. Fez só três gols.

Dirigentes vascaínos aguardam a resposta do Verdão. Está tudo na mão de Cuca. Se ele aceitar liberar dois nomes, a negociação será fechada.


Vasco atravessa e deve tirar Breno do Atlético-GO
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

O zagueiro Breno estava apalavrado com o Atlético-GO, mas deve parar no Vasco. O blog apurou, após a derrota de 4 a 0 para o Palmeiras, no Allianz Parque, que a diretoria foi vasculhar o mercado atrás de um defensor. Paulão do Inter já está encaminhado. O nome de Breno surgiu porque o atleta ainda não tinha assinado com o clube goianiense. Contatado, Breno gostou da oferta vascaína e manifestou o desejo de ir para a Colina. A negociação deve ser confirmada nas próximas horas, por empréstimo até o final do ano.

Breno pediu para ser emprestado a Rogério Ceni porque não vinha tendo muitas oportunidades no tricolor. Desde que voltou ao futebol, depois de um processo judicial na Alemanha, Breno não recuperou a sua grande forma anterior, algo normal para muitos profissionais ausentes do esporte por vários anos.

No retorno ao São Paulo, Breno atuou poucas vezes e sofreu com lesões musculares. O zagueiro está com 27 anos.


O enterro do “Clássico dos Milhões”
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

Admito que sou saudosista e acho que o futebol brasileiro dos anos 70 e 80 era muito melhor do que o atual. Fui a vários jogos com torcidas divididas e mais de 70 mil pessoas em clássicos. Por isso, não posso esconder minha tristeza e decepção com o público de 6.979 num Flamengo e Vasco, numa semifinal da Taça Guanabara.

Pasmem. Até a quarta-feira, não se sabia onde seria o confronto, 72 horas antes. Dirigentes e funcionários burocratas eram as “estrelas” com entrevistas enfáticas e atitudes ameaçadoras. Em nenhum momento, se pensou no torcedor, na organização do torneio e num jogo deste tamanho.

A FERJ sabia que as semifinais seriam no fim de semana do Carnaval. A Polícia Militar também. Todos conheciam a situação lamentável do Maracanã e deixaram tudo para a última hora. Trataram o produto como lixo, essa que é a realidade. Moral da história: o “Clássico dos Milhões” foi enterrado, antes da quarta-feira de cinzas.

Que saudades do Maracanã lotado com públicos de 150 mil pessoas em Vasco e Flamengo. Torcedores misturados na Geral e nas cadeiras azuis. Vi bastante pela TV e depois como profissional do jornalismo esportivo.

Por isso, lamento a falência dos Estaduais, capitaneados por federações que não difundem o futebol, não trabalham em benefício dos clubes e nem ajudam na parte financeira. Entidades poderosas e com mandatários realizados, enquanto o futebol agoniza nos Estados. É só olhar e constatar.

Flamengo e Vasco para 6.979 pessoas, em Volta Redonda, numa semifinal de Taça Guanabara? Não pode. Jamais. Foi a constatação da incompetência dos organizadores e da passividade de quem participa deste circo. Uma pena.


Vasco encaminha contratação do meia Wagner
Comentários Comente

Alexandre Praetzel

O Vasco está próximo de anunciar a contratação do meia Wagner. O jogador já foi avisado da negociação e deve ser confirmado ainda nesta quinta-feira, pelo clube carioca.

Wagner está com 31 anos e desligou-se do Tianjin Teda da China, após imbróglio financeiro. O técnico Cristóvão Borges quer contar com o atleta já na disputa da Flórida Cup, a partir de domingo.

O Vasco venceu a disputa financeira com o Corinthians, na negociação.

No Tianjin, Wagner atuou em 20 jogos, marcando dois gols.

Revelado pelo América-MG, Wagner teve ótimos momentos pelo Cruzeiro de 2004 a 2009, com 217 partidas e 36 gols.

Depois de passar por Rússia e Turquia, Wagner voltou ao Brasil em 2012, tornando-se campeão brasileiro pelo Fluminense, onde ficou até 2015, transferindo-se em seguida para a China.

 


< Anterior | Voltar à página inicial | Próximo>