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Éverton Ribeiro é reforço para acertar time. Meia ainda sonha com a Copa
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Alexandre Praetzel

Éverton Ribeiro agitou o mercado da bola no Brasil, ao anunciar que pretende retornar ao futebol brasileiro, conseguindo a liberação do Al-Ahli dos Emirados Árabes. Melhor jogador do país em 2013 e 2014, o meia ainda sonha com a participação na Copa do Mundo da Rússia e pretende estar atuando num time grande e com exposição para o técnico Tite.

O empresário do atleta, Robson Ferreira, negocia a rescisão de contrato para Éverton ser transferido antes de 04 de abril, data limite de transferências internacionais no Brasil. Éverton tem qualidade indiscutível e acertaria qualquer meio-campo, resolvendo vários problemas de criação e conclusão em algumas equipes.

Próximo dos 28 anos, Éverton vai escolher o clube onde atuar. Interessados não faltarão. Alexandre Mattos é padrinho de casamento de Éverton, mas garante que o Palmeiras não tem nenhuma negociação aberta com o atleta. Inter e São Paulo são times que buscam um meia de exceção para os seus elencos e surgem como candidatos a contratá-lo.

Claro que Éverton Ribeiro terá que se readaptar ao calendário estafante, vindo de um futebol onde se treina menos e se compete pouco. Outros nomes repatriados da região, sofreram com lesões musculares e desgaste físico. Mas vale o investimento, sem dúvida. É aguardar para ver, onde Éverton Ribeiro irá atuar. Bom para o futebol brasileiro.


M.A.Cunha defende Ceni, sequência para Renan e nega dívida do tricolor
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Alexandre Praetzel

A eleição à presidência do São Paulo será em abril, mas os bastidores já estão agitados. A última de alguns conselheiros e integrantes da oposição é de que o presidente Leco não havia pago Marco Aurélio Cunha pelos serviços prestados em 2016 e que estaria pedindo para o ex-superintendente abrir mão dos pagamentos. O blog conversou com Marco Aurélio Cunha, que negou a dívida e revelou que está tudo acertado, apoiando a reeleição de Leco e elogiando o início de trabalho de Rogério Ceni. Confira abaixo.

O São Paulo lhe deve algo ou pediu para o Sr. abrir mão dos pagamentos de 2016?

“Não. Foi tudo acertado em fevereiro. Isso nunca existiu. Em época de eleição, costumam surgir coisas do nada”.

O que estás achando do início do trabalho de Rogério Ceni? 

“Primeiro, acho que a escolha do Rogério foi excelente porque já tem história e é figura muito forte no clube. Dificilmente seria contestado por jogadores e torcida. Dá oportunidades a todos de jogar num campeonato onde a classificação é fundamental. Faz com que todos sejam compromissados e sem reclamações sobre falta de utilização. Moderno, sereno, muito forte, veio para ser um grande treinador. Está fazendo esta parte inicial muito bem feita”.

São Paulo não tem goleiros à altura do time?

“Eu acho que isso não é bem verdade. Tem três goleiros, sem fixar algum. Denis não teve sorte. Faz grandes defesas, toma gols incríveis em chutes absurdos e a conta dele está mais pesada do qualquer outro. Renan teve acidentes na mão, lesão muscular e o Sidão jogou pouco. Eu diria que o Renan deve ter oportunidades e o outro melhor vai ser suplente. Se der chance a Renan, pode ter um goleiro. A cobrança pós Rogério Ceni é muito cruel”.

Quem apoias na eleição à presidência?

“Apoio Leco. Pegou uma situação muito negativa e com serenidade está revertendo, sem protagonismo, nenhum falatório. As mudanças são notórias. A parte financeira está bem ajustada. Saiu da fase de escândalos. Merece continuar. Mudanças radicais agora só vão atrapalhar. Começam a aparecer coisas paralelas de alguém que seja uma solução e depois vai embora a hora que quer. Prefiro uma gestão mais conservadora com a tradição do São Paulo do que pirotecnias. Temos que nos adequar a coisas mais novas, mas sem surtos de loucura”.

Marco Aurélio Cunha trabalhou no São Paulo até o final de janeiro, retornando ao cargo de diretor de futebol feminino da CBF. Foi chamado num momento delicado do time, quando havia até ameaça de rebaixamento para a Série B.

 

 


São Paulo tem quatro goleiros e parece que não tem nenhum
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Alexandre Praetzel

O São Paulo enfrenta o mesmo problema de outros clubes, quando um grande ídolo se aposenta. Achar um substituto à altura para a posição. Rogério Ceni virou técnico e o tricolor ainda não tem um jogador que passe confiança aos companheiros e torcida, como goleiro titular.

Denis ficou quase sete anos na reserva de Rogério e foi o escolhido para substituí-lo. Assumiu a camisa Um com crédito interno, mas sempre com forte desconfiança nas arquibancadas. Teve uma fase titubeante na Libertadores da América, assim como todo o time. Depois, cresceu um pouco, até as semifinais do torneio, em julho de 2016. No entanto, nunca foi unanimidade positiva e sempre gerou reclamações dos são-paulinos. Agora, num revezamento com Sidão, parece que perdeu a confiança de vez. Contra ABC e Palmeiras, falhou novamente. Goleiro bom tem que pegar as bolas fáceis e difíceis, mas Denis não consegue transmitir segurança. Reparem nas reações dos colegas, quando a equipe leva os gols. Está claro que Denis precisa de uma reciclagem ou de um forte sistema defensivo para a bola não chegar ao seu gol. São Paulo exposto, mais bolas para defender.

Sidão ainda merece um pouco mais de paciência. Fez bom Paulista pelo Audax e foi bem no Botafogo. Mas também tem falhado em bolas aéreas e chutes adversários. O fato de ter sido contratado para ser titular, deveria aumentar sua confiança. Teve pequenas lesões que atrapalharam sua continuidade, mas está em debate.

Renan Ribeiro veio com boas referências do Atlético-MG. Teve poucas chances e não foi testado por muito tempo, em razão de inúmeras lesões. Está na hora de ter uma sequência para ver se serve ou não.

E ainda tem o jovem Lucas Perri, titular da Seleção Brasileira Sub-20. Não está inscrito no Paulista, mas poderia ganhar corpo na Copa do Brasil, ficando como alternativa. Citei o garoto e fui bombardeado nas redes sociais, com muita gente decretando que ele não tem condições de atuar no time principal. Calma.

Com goleiro não se brinca. Ou dá respaldo e banca a titularidade, aguentando críticas ou falhas, ou busca um reforço indiscutível no mercado, sob pena de continuar sofrendo gols e perdendo partidas. Quem, me perguntam? Sempre há alternativas. Papel da diretoria.


Deixem Eduardo Baptista trabalhar. Ceni sabe das deficiências tricolores
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Alexandre Praetzel

Na primeira fase do Paulista, os clássicos crescem de importância porque são os jogos considerados mais difíceis nos enfrentamentos. Não decidem nada, mas colocam a rivalidade à prova e servem para comparar as equipes, no início de trabalho.

O Palmeiras fez 3 a 0 no São Paulo, sendo amplamente superior, principalmente, no segundo tempo. E atuou com time misto, valorizando ainda mais a força do seu elenco. O volante Thiago Santos, reserva de Felipe Melo, foi o destaque em campo. O resultado não causa turbulência no São Paulo, mas escancarou três questões, pelo menos.

O São Paulo precisa definir um goleiro titular. Sidão e Dênis não passam confiança e Renan Ribeiro está sempre machucado. Então, é hora de testar o jovem Lucas Perri, mesmo sem estar inscrito no Estadual, ou buscar um nome no mercado.

A defesa sofre, quando não tem Maicon e Rodrigo Caio juntos. Rogério Ceni escalou Douglas em detrimento a Lugano. O uruguaio é melhor do que o colega, mas ficou no banco. Por que não dar oportunidade a Lucão, também? Lyanco  não pode ser utilizado porque está fora da lista do campeonato.

Cueva é o melhor jogador do São Paulo, no momento. Agora, ficar na dependência do peruano é muito pouco para o tricolor. O clube oferece poucas opções. Acredito que Rogério Ceni e a diretoria devam estar atentos a tudo isso.

No Palmeiras, é bom deixar Eduardo Baptista trabalhar. Contra o São Paulo, escalou uma formação equilibrada e poderia ter vencido por mais. O Verdão fez sua melhor partida, patrolando o adversário, física, técnica e taticamente. Bons dias de projeção, com favoritismo diante do Jorge Wilsterman-BOL, para conseguir sua primeira vitória na Libertadores da América, quarta-feira. Deixem o homem trabalhar. Simples assim.


São Paulo encaminha chegada de Jucilei
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Alexandre Praetzel

O São Paulo deve anunciar a contratação de Jucilei, nesta quinta-feira. O blog apurou que o clube aguarda apenas um documento para sacramentar o negócio e confirmar o contrato por um ano de empréstimo ao Shandong Luneng da China. Pessoas ligadas ao jogador dão a transferência como certa.

Jucilei aprimora a forma física no Rio de Janeiro e espera pela determinação do São Paulo para realizar os exames médicos. Aos 28 anos, Jucilei tem compromisso com os chineses até 2019. O volante disputou 54 jogos e marcou três gols.

Jucilei se destacou no Corinthians entre 2009 e 2011, vindo do JMalucelli do Paraná. A contratação dele foi bem curiosa, na ocasião. O auxiliar do Corinthians, Sídnei Lobo, foi assistir JMalucelli e Coritiba para observar o meia Pedro Ken, do Coritiba. Só que Jucilei foi o dono do jogo e chamou a atenção de Sídnei. O Corinthians o monitorou e fechou a transação, rapidamente. Jucilei ganhou espaço e foi escalado por Mano Menezes como titular.

Saiu em 2011, negociado com o Anzhi da Rússia. Depois, passou pelo Al Jazira dos Emirados Árabes, até desembarcar em solo chinês. Pela Seleção Brasileira, foi convocado para dois amistosos, em 2010.


Pintado espera dureza contra Moto Club e não vê SP como zebra no Paulista
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Alexandre Praetzel

O São Paulo espera um jogo difícil contra o Moto Club-MA, nesta quinta-feira, pela primeira fase da Copa do Brasil. Em jogo único, o tricolor tem a vantagem do empate para passar à segunda fase. O blog entrevistou o auxiliar-técnico Pintado, um dos homens de confiança de Rogério Ceni. Pintado tem convicção no trabalho de Ceni e seus auxiliares estrangeiros, acreditando numa reação imediata da equipe, após a derrota para o Audax, na abertura do Paulista. Leia abaixo.

Início de trabalho de Rogério Ceni

“É um novo momento para todos no clube. A expectativa é muito grande. O bom início, as novidades no planejamento e outros detalhes nos deixam muito esperançosos”.

Diferença entre auxiliares estrangeiros e brasileiros

“A diferença é na apresentação. Os auxiliares são especialistas. O Michael Beale é um treinador de futebol europeu e tem experiência, assim como os profissionais brasileiros têm uma metodologia atualizada. O Charles Hembert sabe como conduzir a logística e as ideias de organização do plano de treinamentos”.

Derrota para o Audax assustou?

“A derrota não assustou e não nos deixa com medo. Tudo está bem claro. Vamos enfrentar os momentos difíceis e os bons momentos com muito trabalho, acreditando no que estamos fazendo”.

Jogo contra o Moto Club

“É um jogo decisivo. O regulamento diz que é apenas um jogo, então temos que jogar com toda força. Jogar com a intensidade que o Rogério exige em todos os treinamentos, esperando um confronto muito difícil”.

Rogério Ceni terá mais paciência do torcedor

“O Rogério terá tempo porque sabe o que está fazendo e todos acreditamos que os resultados virão. Todas as equipes necessitam de ajustes, nós não somos diferentes”.

São Paulo em relação aos rivais

“Só o Palmeiras está acima de todos. Os outros buscam um melhor momento e entrosamento. O São Paulo irá brigar com muita força e coração. Sendo assim, vai disputar para ganhar”.

Reforços

“A diretoria busca opções de reforçar a equipe e será assim todo o ano. Não é fácil encontrar o jogador certo com preço compatível”.

São Paulo é zebra para ganhar o Paulista?

“O São Paulo nunca será zebra. Um clube com toda história e toda massa de torcedores, estrutura, pode sim buscar o primeiro lugar em todas as competições. Nunca menosprezem o São Paulo. A história mostra”.

Pintado chegou ao São Paulo como auxiliar da comissão técnica fixa tricolor, na gestão de Edgardo Bauza. Depois de enfrentar o Moto Club, o tricolor terá Ponte Preta e Santos, na sequência, pelo Paulista.


São Paulo sofre na defesa. Palmeiras valoriza resultado
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Alexandre Praetzel

O São Paulo não deixou de ser frustrante, mesmo fazendo seu primeiro jogo oficial da temporada, na derrota de 4 a 2 para o Audax. Rogério Ceni escalou uma formação ofensiva e foi envolvido pelo adversário com padrão tático definido e uma forma envolvente de atuar. É verdade que Luiz Araújo perdeu chance clara aos dois minutos, mas quando o Audax esquentou um pouquinho, abriu dois a zero ao natural, antes dos dez minutos.

O São Paulo mostrou reação ao empatar a partida, mas sucumbiu no segundo tempo, quando as falhas defensivas e os erros de posicionamentos determinaram a vitória merecida do Audax. O elenco tricolor é limitado, mas Rogério Ceni deve ter opções táticas em mente. Quando tua equipe é inferior e desentrosada, é melhor acertar a defesa para depois pensar em ganhar as partidas. Reforços serão importantíssimos a curto prazo para o treinador conseguir trabalhar com tranquilidade.

Comentei o Palmeiras para o Placar Uol. Um time longe de 2016 e mais perto de 2015, quando fazia muita ligação direta, na época de Marcelo Oliveira. Eduardo Baptista escalou William no ataque, esperando a aproximação de Dudu, Róger Guedes e Raphael Veiga. Não funcionou. O meio-campo não criou e o Palmeiras viu o Botafogo ser mais perigoso na primeira etapa.

Na segunda parte, o gol de Tchê Tchê aos dois minutos, trouxe tranquilidade ao time, mas não mudou o panorama tático. O Verdão recuou e assistiu o domínio do Botafogo, sempre próximo do empate. As entradas de Alecsandro e Michel Bastos não alteraram quase nada. Thiago Santos substituiu Tchê Tchê, machucado, e o Palmeiras passou a jogar nos contra-ataques. Em linhas gerais, o empate seria justo pela atuação do Botafogo. O Palmeiras valorizou bastante o resultado e deve evoluir nos próximos jogos.


São Paulo tem valor estipulado para negociar Luiz Araújo
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Alexandre Praetzel

A negociação entre Lille da França e São Paulo por Luiz Araújo ainda não está descartada. A primeira proposta de seis milhões de euros foi recusada pelo tricolor. No entanto, o blog apurou que o São Paulo aceita fechar a venda, se os franceses subirem o valor para nove milhões de euros. O São Paulo tem 70% dos direitos econômicos. O Mirassol tem os 30% restantes.

O blog procurou o presidente Leco, mas não houve resposta. O presidente do Mirassol, Edson Ermenegildo, foi claro.

“Não depende do Mirassol. Temos cláusula contratual com o São Paulo FC, sobre o percentual da multa rescisória, bem como, sobre a obrigação do sigilo das partes. Somente o São Paulo FC poderá se manifestar. Apenas depois de eventual transferência do atleta, poderemos divulgar”, afirmou.

Luiz Araújo está com 20 anos. Disputou 26 jogos e marcou dois gols pelo time principal.


Ceni tem bom início de trabalho. São Paulo precisa de mais três reforços
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Alexandre Praetzel

Acompanhei a decisão da Flórida Cup entre São Paulo e Corinthians. Gostei da movimentação dos dois times no primeiro tempo, apesar da virilidade excessiva em algumas jogadas. O tricolor foi superior, com mais posse de bola e alternativas ofensivas. O Corinthians praticamente não chegou à área são-paulina.

Na segunda etapa, com várias mudanças nas duas equipes, o Corinthians equilibrou a partida e perdeu três boas oportunidades de gols, apresentando uma melhora na criação de jogadas do meio-campo. O São Paulo pareceu mais cansado, mas em nenhum momento abdicou de buscar o ataque.

Com a decisão nos pênaltis, brilhou o goleiro Sidão. O São Paulo encarou a conquista com entusiasmo de quem não ganhava um título há muito tempo. Acho que o fato de ter vencido o tradicional rival, aumentou a importância do troféu.

Sigo com a opinião de que resultados pouco importam na pré-temporada, mas não posso deixar de registrar o início de trabalho de Rogério Ceni. Foram 15 dias de treinamentos intensos, adotando novos métodos e procurando extrair o máximo de cada atleta. Pelas declarações dos são-paulinos, um começo promissor e bastante otimista para o time alcançar resultados expressivos, durante o ano. Resta saber se haverá fôlego e comprometimento para manter todos no limite. Os resultados de campo determinarão as análises mais uma vez. Do presidente ao mais humilde torcedor. Não dá para esconder que o São Paulo precisa de mais um meia, um lateral-esquerdo e um centroavante.

No Corinthians, foram apenas nove dias de trabalhos. Fábio Carille tem objetivos claros para reconduzir o grupo ao estilo de jogo do ex-técnico Tite. A dúvida é se irá conseguir com os nomes que tem à disposição. Claramente, um meia e um atacante são fundamentais para acertar a equipe.

 


Michel Bastos tem acordo encaminhado com o Palmeiras
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Alexandre Praetzel

Michel Bastos tem tudo para ser o novo reforço do Palmeiras.

O blog apurou que o jogador está apalavrado com a diretoria para um contrato de dois anos, com luvas de R$ 1 milhão e salários de R$ 250 mil.

Michel só espera assinar a rescisão de seu acordo com o São Paulo para fechar com o Verdão. O meia já desejava deixar o clube, após a invasão do CT por torcedores uniformizados, dia 27 de agosto. Na ocasião, Michel Bastos foi agredido e ficou bastante desgostoso com a situação.

No São Paulo, teve altos e baixos de 2014 até a Libertadores da América de 2016. Se envolveu em polêmicas com o técnico Juan Carlos Osório e parte da torcida são-paulina, ao pedir silêncio, depois de marcar um gol contra o Sport, no Morumbi.

Michel Bastos está com 33 anos. Fez 123 jogos pelo tricolor e marcou 21 gols. Seus melhores momentos da carreira foram no futebol francês por Lille e Lyon. Esteve no grupo da Seleção Brasileira, que disputou a Copa do Mundo da África do Sul, em 2010.

No fim de semana de Natal, o blog publicou uma entrevista exclusiva com o superintendente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha. Na ocasião perguntei se Michel Bastos tinha dado certo no clube. Reproduzo a resposta abaixo.

”Ele deu certo até a Libertadores. Deixou de dar, depois, porque a torcida é exigente. Ele talvez não tenha sabido se comportar com essa exigência. Teve uma postura de conflito com o torcedor, comprou uma briga tola, que é a briga que todo jogador deve evitar. É que nem internet. O cara te xinga, enquanto tem centenas de boas pessoas falando com você. Se você replicar o xingamento, você é alguém, ele não. Ele repercute isso como se você fosse o pior cara do mundo. Você não tem o direito de rebater nem uma ofensa no futebol. Você tem que ficar quieto e ir embora porque ela repercute cada vez mais se você rebater. Então, é burrice rebater torcedor. Deixa que no dia seguinte, ele está na porta pedindo um autógrafo ou uma camisa do próprio jogador. Então, talvez essa falta de discernimento e tranquilidade, tenha feito com que ele tivesse criado esses atritos e talvez até se desestimulado a jogar pelo São Paulo. A invasão do CT também foi ridícula. Não é possível que alguém que goste do clube, faça aquilo, desmoralizar sua casa. Invadir o CT é bater na mãe. Não é possível que alguém bata na mãe porque ela tem qualquer culpa”.

Em novo contato com Marco Aurélio Cunha, o informei do acordo de Michel Bastos com o Palmeiras. O dirigente registrou: “Acho que ele tem todo o direito. Não me incomoda. Não iria nos ajudar”, concluiu.