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Após atrito com Dorival, Vecchio se destaca e curte bom momento no Santos
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Alexandre Praetzel

Emiliano Vecchio chegou ao Santos em 2016, indicado por Dorival Jr. O meia argentino veio do Qatar SC e demorou um tempo para estrear. Fez apenas nove jogos, sem marcar gols. Em 2017, teve uma discussão com o treinador e fez críticas nos bastidores e foi afastado. Voltou ao time assim que Dorival foi dispensado pela diretoria. Curiosamente, o Santos melhorou com a sua entrada no time.

Diante do Bahia, na vitória por 3 a 0, Vecchio foi o melhor jogador em campo. O blog o entrevistou com exclusividade sobre o seu bom momento, o incidente com Dorival e as possibilidades de títulos para a equipe. Confira.

Você está vivendo seu melhor momento no Santos?

Um momento bom, como o que está vivendo o time. Faz várias partidas que estamos conseguindo vitórias, não estamos tomando gols. É o que eu falo. O mais importante é poder somar para que o time possa ganhar. Isso é o mais importante.

É possível ganhar um título, jogando num esquema com um volante, você e Lucas Lima e mais três atacantes?

É. Esperamos, né. O professor está provando, nada definitivo. Ele tem muitos jogadores e ele vai mudando. Está provando. Alguns jogos, atuou Leandro Donizete, outros Yuri, Alisson e o mais importante é ajudar a ganhar.

Santos tem time para ganhar Libertadores ou Copa do Brasil?

Santos tem um time muito bom. Ainda precisamos melhorar muito para podermos ser campeões. Sabemos disso. Somos conscientes disso. Estamos trabalhando para isso. Tem uma história muito boa na Libertadores e isso conta também. E uma torcida maravilhosa. Onze da manhã com 35 mil pessoas, não é nada fácil.

O incidente com Dorival te atrapalhou no Santos?

Não. Eu sempre falo. Sou um cara que eu falo o que eu penso. Falo na cara, sempre com respeito, mas eu falo na cara. Há pessoas que entendem e outras não. Muitas vezes, o jogador é o empregado, nesse caso. O treinador é o chefe e ele decidiu me afastar. Mas está tudo bem. Na verdade, não tenho nenhum problema com ele. A situação se deu desse jeito e eu sempre falo, tenho que trabalhar, ser honesto, que Deus vai premiar as pessoas que são honestas.

Vale a pena jogar no Pacaembu, pela maior presença de torcedores?

Para nós, jogar na Vila ou Pacaembu, é a mesma coisa. A Vila tem uma mística, que é muito difícil perder lá e o Pacaembu, tem outras coisas. Você vai, o torcedor lota o estádio e para nós, é uma ajuda importante.

Dá para virar em cima do Flamengo, quarta-feira, na Copa do Brasil?

Flamengo é um grande time, sabemos, muito parelho conosco. Vamos buscar, né. Sabemos que estamos dois a zero atrás e o time precisa do minuto um ao minuto 90, tentar virar esse jogo.

Na temporada, Vecchio fez seis partidas com um gol marcado. Quarta-feira, deve ser mantido entre os titulares. O Santos precisa vencer o Flamengo por três gols de diferença para chegar às semifinais da Copa do Brasil, após perder por 2 a 0, no Rio de Janeiro.

No Campeonato Brasileiro, o Santos é o terceiro colocado com 30 pontos, dez atrás do líder Corinthians.


Volante argentino confirma contato do São Paulo
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Alexandre Praetzel

O São Paulo consultou o Velez Sarsfield a respeito do volante Lucio Compagnucci. O argentino de 21 anos está emprestado ao Huracán, time que luta contra o rebaixamento, no Campeonato Argentino. Em rápido contato com o blog, Compagnucci preferiu não entrar em detalhes, centrado no jogo do Huracán, nesta sexta-feira.

Você está sabendo do interesse do São Paulo no teu futebol?

“Eu não posso falar hoje porque estou concentrado no jogo do Huracán e nada se resolverá até se definir o descenso ou não”.

Você pode vir para o São Paulo, se o Huracán escapar do rebaixamento?

“Teve uma aproximação, mas me desculpe, estou concentrado no jogo de hoje. São Paulo é São Paulo(ele enalteceu a grandeza do tricolor)”.

Compagnucci disputou 12 jogos e não marcou gols. O Huracán enfrenta o San Martín na luta para não cair. Faltam três rodadas para o fim do Torneio Transição. Hoje, o Huracán estaria livre pela média de pontos dos últimos três anos.


Corinthians busca um meia no mercado
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Alexandre Praetzel

O Corinthians não esconde de ninguém que busca reforços para o Campeonato Brasileiro, mesmo com a conquista do Paulista. Além do lateral-direito Cicinho, ex-Santos e Ponte Preta, e do atacante Clayson, da Ponte Preta, a diretoria quer um meia para a reserva de Rodriguinho e Jadson.

Hoje, apenas o garoto Pedrinho é opção. Giovanni Augusto está machucado e Marquinhos Gabriel perdeu espaço, apesar dos discursos a favor do atleta. Como o dinheiro está escasso, o Corinthians vasculha o mercado brasileiro para encaminhar alguma negociação.

O presidente Roberto de Andrade também considera importante não perder ninguém, mesmo com a necessidade financeira do clube. Fagner e Guilherme Arana são nomes cotados para deixar o Corinthians, com o surgimento de ofertas do exterior.

A certeza é que os investimentos serão pequenos em contratações, com nomes pontuais e indicados pelos analistas de desempenho, fundamentais hoje para muitas comissões técnicas.


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