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Anderson Martins vê São Paulo no caminho certo, com valorização do elenco
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Alexandre Praetzel

O São Paulo comemora o bom momento e a vice-liderança do Campeonato Brasileiro, após a vitória de 3 a 1 sobre o Corinthians. Para muitos, o time reagiu e mudou a postura e atitude, com a chegada de Diego Aguirre. O técnico modificou a forma de jogar, rodou o elenco e deu confiança aos jogadores. O sistema defensivo evoluiu e o tricolor parou de ser batido facilmente. O blog conversou com Anderson Martins, autor do primeiro gol do clássico. O zagueiro acha importante a valorização de todos e acredita que o São Paulo está no caminho certo para lutar por conquistas. Acompanhem.

O quanto o elenco está sendo importante para esse crescimento do São Paulo?

A gente sabe que, para ganhar títulos, brigar, a gente precisa de todos e todo mundo têm que estar preparado. No clássico, quem entrou, foi muito bem. Por isso, acho que o grupo está no caminho certo. A gente tem feito as coisas que têm que ser feitas nos jogos e esperamos manter esse nível de concentração, entrega, e com certeza, a gente vai trilhar um bom caminho até o final do campeonato.

O time soube manter a tranquilidade e foi mais calmo para chegar à vitória?

A gente foi com a proposta de jogar futebol. Tem feito isso nos últimos jogos. Fomos felizes nas finalizações. A equipe conseguiu fazer um grande jogo, se portar muito bem taticamente. A gente fica feliz para manter o trabalho durante a semana, manter a concentração porque quinta-feira temos o Grêmio.

Como você está vendo o rodízio de zagueiros e qual o efeito disso, em campo?

O professor Aguirre sempre fala para todos estarem preparados. A gente sabe que vai precisar de todo mundo, em todo o campeonato. Isso é bom, porque o mantém o nível, dá minutos de jogos para todos. Mais uma vez, foi provada a força do grupo. Saíram algumas peças, quem entrou foi muito bem. Liziero, Jean, o próprio Edimar, que fez um grande jogo. A gente fica feliz. Procurar manter esse trabalho que a gente tem feito e estamos no caminho certo.

O São Paulo mudou a atitude com a mudança de treinador?

As vezes, acontecem várias coisas no futebol…As vezes, futebol é muita confiança. A gente começou a vencer, as coisas começaram a acontecer. Isso dá moral, a torcida tem nos apoiado, acreditado no time. Graças a Deus, a gente está vivendo um bom momento. Procurar trabalhar tranquilo e manter a entrega. Estamos no caminho certo.

Anderson Martins foi contratado no início do ano e assinou contrato por três anos. Já disputou 13 partidas.


Palmeiras deve negociar zagueiro com clube mexicano
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Alexandre Praetzel

O Palmeiras está encaminhando a saída do zagueiro argentino Tobio para o Toluca do México. O blog apurou que a transação deve ser fechada em U$ 2 milhões(R$ 7,6 milhões). Destes valores, R$ 1,5 milhão ficarão com o ex-presidente Paulo Nobre, responsável pela aquisição, em 2014. O restante vai para os cofres palmeirenses.

Tobio chegou ao Palmeiras, em julho de 2014, após boas atuações pelo Vélez Sarsfield-ARG. No Palmeiras, fez 33 jogos e marcou um gol. Nunca se firmou como titular e foi emprestado duas vezes para o Boca Juniors e Rosário Central da Argentina, a partir de 2015.

Tobio tem contrato com o Palmeiras, até julho de 2019.


Corinthians deve receber propostas pelo zagueiro Pedro Henrique
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Alexandre Praetzel

O zagueiro Pedro Henrique pode deixar o Corinthians. O blog apurou que a diretoria corintiana foi avisada do interesse de um clube árabe e dois clubes italianos, aguardando as propostas oficiais.

Uma pessoa ligada ao atleta confirmou que as conversas serão iniciadas na próxima semana e que valores deverão ser apresentados ao clube.

Se os valores chegarem aos quatro milhões de euros, a negociação deverá ser concretizada. Pedro Henrique está com 22 anos e renovou seu contrato, recentemente, até dezembro de 2022.

É reserva de Balbuena e Henrique, no momento. Desde 2016, integra o elenco profissional. Já fez 57 jogos e marcou três gols.

Além de Pedro Henrique, o elenco principal tem Balbuena, Henrique, Marllon, Léo Santos e Vilson.


Maicon: “SP precisa de títulos. Apelido de “Deus da zaga” não atrapalhou”
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Alexandre Praetzel

Nesta terça-feira, o São Paulo enfrenta o Vitória, abrindo a 12ª rodada do Brasileiro, antes da parada para a Copa do Mundo. Quem pretende ir ao Morumbi, é o zagueiro Maicon. O ex-jogador tricolor atua pelo Galatasaray da Turquia, e está em férias no Brasil. Em entrevista exclusiva ao blog, Maicon acha que o São Paulo precisa de títulos para acabar com qualquer tipo de pressão, nega que o apelido de “Deus da zaga” tenha lhe incomodado e revela que o Brasil voltou a ser respeitado no futebol europeu, com a Seleção Brasileira de Tite. Acompanhem.

Como você está vendo o São Paulo, neste momento?

No ano passado, eu acho que o São Paulo passou um momento bastante delicado, assim como no ano retrasado. Esse ano, o São Paulo não começou o Paulista tão bem, como esperado, mas no Brasileiro, começaram bem. Perderam apenas um jogo e quatro pontos em dois jogos, na semana passada, pontos bastante importantes para quem quer brigar por título. Tenho certeza que o São Paulo tem tudo para fazer um grande campeonato Brasileiro.

Você viveu lá dentro. Tem algo, além do futebol, que atrapalha o São Paulo?

Títulos. Faltam títulos. A melhor resposta são títulos. Um clube como o São Paulo não pode viver sem títulos. eu costumo falar que o São Paulo e alguns times brasileiros têm a mania de falar que a gente tem que classificar para a Libertadores. Acho que essa mentalidade tem que mudar. A gente tem que ganhar um título e classificar para a Libertadores. Eu acho que esse é o principal objetivo. É um objetivo que a gente estipulou na Turquia. Ser campeão para ir para a Liga dos Campeões. Não ficar em segundo para ir ao torneio. Então, acho que essa mentalidade do futebol brasileiro e do povo brasileiro, tem que mudar. A gente tem que começar a pensar em ser campeão para ir à Libertadores e não segundo ou terceiro. Eu acho que começa por aí.

O apelido de “Deus da zaga”, te atrapalhou no São Paulo?

Não, acho que não. Isso aí são coisas de torcedores. Eu acho que a gente não pode levar para dentro de campo. Quando a gente entra em campo, são jogadores normais. Isso não afetou em mim e acho que não afeta jogador nenhum. A gente não pode deixar subir para a cabeça. Eu sou um jogador que sempre tive os pés no chão, trabalho sempre honestamente, duro, e não deixei me afetar com apelido ou com qualquer outro tipo de brincadeira.

A diferença do futebol europeu para o sul-americano, cada vez aumenta mais?

Aumenta porque o nível competitivo lá fora, é maior. O que te pedem assim, o nível físico é maior. Então, é um futebol bastante moderno. Eles estudam muito, estão sempre fazendo coisas novas. O Brasil precisa evoluir muito, mas não fica tanto atrás. Eu acho que em cada país, cada lugar, tem seu estilo de jogo. Não é à toa também que o Brasil é uma das melhores seleções do mundo, mesmo com jogadores lá fora, mas tem uma das melhores do mundo. Eu acho que o Brasil ainda vai chegar lá, se Deus quiser.

Na Europa, o respeito voltou ou o Brasil ainda é visto com uma certa desconfiança por causa de 2014?

Eu que convivi com várias pessoas de várias nacionalidades, o respeito com a vinda do Tite e a essa nova seleção, voltou. Eles respeitam mais o Brasil, temem, e acham que o Brasil pode ser campeão. Eu concordo com eles. Acho que o Brasil tem tudo para ser campeão, mas futebol muda da água para o vinho. Brasil voltou a ter o respeito dos europeus.

Pensas em permanecer na Europa ou retornar ao Brasil?

Eu pretendo ficar meus próximos três anos na Europa e depois regressar ao Brasil. É meu país de origem, onde eu vou morar. Nos próximos três anos, pretendo continuar na Europa.


Gil garante que está bem na China, mas não descarta volta ao Brasil
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Alexandre Praetzel

O Corinthians tem interesse na repatriação de Gil. Hoje no Shandong Luneng da China, o zagueiro tem mais um ano e meio de contrato e mostra-se ambientado e satisfeito no futebol asiático. Em entrevista exclusiva ao blog, Gil falou sobre a possibilidade de retornar ao Brasil, adaptação na China, Fábio Carille e o seu momento atual. Confira.

Valeu a pena ter trocado o Brasil pela China?

Na época, foi algo bom para mim e para o Corinthians. Decidimos juntos, era uma boa proposta e decidimos aceitar. Creio que valeu a pena sim. Já estou indo para a minha terceira temporada no clube, tenho carinho de todos aqui e tenho mantido um bom nível de apresentações. A gente acaba ficando um pouco mais distante do cenário, mas hoje sabemos que os jogos podem ser vistos de qualquer lugar e cada vez mais o futebol chinês tem contado com jogadores renomados e de grande história. Existe um grande investimento e uma evolução contínua no futebol do país.

Por que não foste mais convocado para a Seleção Brasileira, na tua opinião?

É algo que prefiro não opinar, posi não cabe a mim. Trabalho no dia a dia para o meu clube, como sempre disse desde a época do Corinthians. Tenho que fazer o meu melhor sempre no dia a dia para estar bem. Tenho que me dedicar e fazer o melhor sempre e é algo que sempre fiz durante toda a minha carreira e continuo fazendo aqui na China.

Pensas em retornar ao Brasil, a curto prazo?

Ainda tenho contrato até o fim do ano que vem com o Shandong, pois assinamos quatro anos. Claro que tenho vontade de voltar ao Brasil, mas é algo que não tem como saber ainda se a curto, médio ou longo prazo. Comecei a terceira temporada aqui, começamos bem a competição e estou muito motivado. Ano passado, conseguimos terminar como a melhor defesa, só fiquei fora de um jogo. Este ano, somos também a defesa menos vazada(quatro gols em seis jogos), brigamos na parte de cima da tabela e creio que teremos coisas boas. Mas se surgir algo bom para mim e para o Shandong, sempre estaremos abertos a conversar e decidir o melhor para todas as partes.

Palmeiras tentou te contratar?

Eu acompanhei mais pela imprensa e vi declarações de dirigentes do clube falando sobre mim, assim como vi falando de outros clubes também. Fico feliz por tudo isso, pois é reconhecimento do que tenho feito, mas tenho que manter os pés no chão. É algo que deixo para meus empresários e tenho contrato ainda, como disse, até o final de 2019. Sei que tiveram algumas consultas, mas não é uma liberação fácil, pois investiram na minha contratação. Eu tenho jogado sempre aqui e não é tão comum eles investirem em zagueiros estrangeiros.

Achavas que Carille teria sucesso rápido como treinador?

Sempre acreditei que ele seria um grande treinador e que sua hora iria chegar. É um cara batalhador e merecedor do que está colhendo no momento. Sempre acompanho e torço por ele e por todos ali, pois tenho grandes amigos e pessoas queridas. É gratificante você poder ver quem gosta, vencer na vida, ainda mais sendo alguém que se dedicou e se preparou para aquilo.

O que faz um bom zagueiro para você?

Acima de tudo, acredito muito na dedicação. No futebol, nada acontece por acaso e é sempre fruto de muito trabalho. Eu sempre priorizei isso e aqui na China não é diferente. Procuro fazer um algo a mais no dia a dia, pois sabemos que sempre temos algo a melhorar. Um bom zagueiro hoje precisa ter a parte física em dia, mas também saber que muito do que acontece na frente começa por ele lá atrás, com técnica. Um bom passe e uma saída de bola qualificada ajudam muito. Mas sabemos que é uma posição que temos que atuar sempre com seriedade e firmeza, pois estamos perto do nosso gol. Pelo alto, é preciso ter segurança e, quando temos alguma brecha, aproveitar para tentar alguns gols na frente. Acho que é mais ou menos isso, com liderança, organização tática e entrosamento com os demais companheiros, pois sozinho ninguém consegue se destacar.

Gil está com 30 anos. No Shandong Luneng, fez 73 jogos e marcou quatro gols, desde 2016.


Cléber Reis: “Para jogar no Santos, tem que ser Rei. Só tive uma chance”
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Alexandre Praetzel

O zagueiro Cléber Reis foi contratado pelo Santos, em 2017, e praticamente, não jogou pelo time. Depois de uma longa negociação, foi contratado do Hamburgo da Alemanha, como grande reforço. No Santos, chegou a pedido de Dorival Jr., mas ficou marcado numa partida, quando perdeu uma bola pelo alto para Jô, na derrota para o Corinthians, pelo Paulista. Agora, emprestado ao Paraná Clube, Cléber Reis tenta reaparecer no futebol brasileiro, depois de ter ido bem na Ponte Preta e Corinthians, antes de seguir para o futebol alemão. O blog fez um rápido bate-papo com o jogador.

Por que você não jogou pelo Santos, após uma negociação longa?

Infelizmente, escolhas de treinadores ou coisas de gestões do time. Escolhas da diretoria como opções e treinadores que, quando vão para um clube, já vão sabendo que tem que usar a prata da casa. Então, isso complica um pouco para a gente. Aí, a gente é contratado só para somar e não para jogar. Atrapalha um pouco a nossa carreira também. Deixa um ar de, tipo, está ali só para somar e não está sendo usado, está sumindo. Isso deixa desgastado, a gente fica meio chateado no vestiário com essas coisas, mas é trabalho e tem que cumprir e no Santos não pude jogar. Estou agora no Paraná para fazer meu trabalho e esperar uma oportunidade para que as portas se abram e trabalhar de novo.

Quem determinou a negociação no Santos?

O Dorival que pediu minha vinda para o Brasil. Pude conversar com o pessoal do Hamburgo, onde houve um pouquinho de briga para eu conseguir sair de lá. Eles não queriam me liberar. Pude vir para cá. Me falaram no Santos que iriam me utilizar de imediato, mas infelizmente, me deram só uma chance. Me julgaram pelas poucas chances que eu tive, voltando da Europa. É normal no futebol brasileiro, a gente chegar de fora e as pessoas acharem que a gente vem com estátua de Rei. Para jogar na Vila Belmiro, tem que ser Rei, né. Então, infelizmente, não deu certo.

Cléber está com 27 anos e tem contrato com o Santos, até 2019. Disputou apenas dez partidas e foi para o Coritiba, onde atuou em 14 jogos, com dois gols, em 2017. No Paraná Clube, luta por uma vaga entre os titulares para enfrentar o Corinthians, neste domingo. Contra o São Paulo, ficou no banco de reservas.


Balbuena destaca ambiente positivo e admite ansiedade para renovar contrato
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Alexandre Praetzel

Balbuena se tornou um dos melhores zagueiros do Brasil, vestindo a camisa do Corinthians. O paraguaio chegou ao Clube, em 2016, contratado do Libertad. De lá para cá, fez 115 jogos e marcou 11 gols, tornando-se titular absoluto e liderando o sistema defensivo, campeão Paulista e Brasileiro, em 2017. Aos 26 anos, Balbuena termina seu contrato em dezembro, e aguarda pela sua renovação, com ansiedade. O blog entrevistou Balbuena sobre a final contra o Palmeiras, o seu momento dentro de campo e a projeção para permanecer no Corinthians. Confira.

Corinthians tem que jogar mais aberto no Allianz Parque?

É relativo, né. As vezes, você joga aberto e dá resultado. As vezes, não dá. A gente vai ter que armar uma boa estratégia, um trabalho para o Carille, para ele ver como vai armar para o jogo. Independentemente da estratégia de jogo que ele decida implementar, a gente fará de tudo para conseguir nosso objetivo.

Como está o ambiente no time?

Ambiente, logicamente, positivo. A gente sabe que não tem nada definido ainda, temos que levantar a cabeça. Se ficarmos tristes, vamos estar jogando a toalha. Sabemos que temos mais um jogo, qualquer coisa pode acontecer. É um resultado mínimo a favor deles, mas é futebol. A gente sabe que tem condições de reverter esse resultado lá no estádio deles.

É difícil marcar o Borja?

Ah, como todos, né. A gente sabe que time grande sempre tem bons centroavantes. Tanto ele, como Dudu, Willian, mas a gente vai ter que fazer um bom trabalho no estádio deles para tentar buscar nosso objetivo.

Você se considera um dos melhores zagueiros do Brasil?

Eu acho que tem muitos bons zagueiros no Brasil, também. Não me considero o melhor, vou ficar parecendo arrogante, soberbo. Tento fazer meu trabalho da melhor forma, ajudar minha equipe. Essas coisas deixo para a gente de fora avaliar meu trabalho. Fico contente quando posso ajudar minha equipe, o Corinthians.

Já renovaste contrato?

Ainda não. A ideia é renovar. Nesta semana, teremos reuniões importantes Está muito avançado, sim, mas enquanto não estiver assinado, não tem nada definido. Então, eu estou muito ansioso, espero que isso se resolva logo, mas vamos esperar essa semana para ver o que acontece.

No Brasil, você só joga no Corinthians?

Hoje, jogo no Corinthians. Não posso falar no futuro, né. Vai que eu falo hoje, só jogo no Corinthians e ano que vem, vou para outro time. Vou ficar como mentiroso, né. Mas hoje eu estou muito feliz aqui, sempre falei. Considero o Corinthians minha casa, minha família está muito bem aqui e a ideia é defender à morte como venho fazendo por essa camisa.


A. Carlos vê Palmeiras mais unido e titularidade fortalecida por bom início
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Alexandre Praetzel

O Palmeiras enfrenta o Mirassol, neste sábado, tentando manter os 100% de aproveitamento no Paulista. Até o momento, são cinco vitórias em cinco partidas. O técnico Roger Machado pretende escalar força máxima e manter os jogadores que vêm atuando. O blog entrevistou Antonio Carlos, titular desde o início da temporada. O zagueiro ressaltou a união do grupo, o respeito e o fortalecimento do seu futebol na equipe. Acompanhem.

Presidente Galiotte disse que o Palmeiras não precisa de um novo zagueiro. Isso é uma boa notícia?

Uma boa notícia, mas como eu já frisei e já deixei bem claro. Quem chegar, vai chegar para ajudar, somar e ajudar a evoluir para quem está jogando. Se tiver que buscar outro zagueiro ou não tiver, tenho certeza que os onze que começarem os jogos, vão evoluir muito para a gente conquistar coisas nesse ano.

Cinco vitórias em cinco jogos fortalecem você e o Thiago Martins como titulares?

Sim, fortalece. As vitórias nos fortalecem. Com muita humildade, trabalhando bastante, a gente pode chegar muito mais longe. Esse é o foco. A gente está 100%, mas a gente tem que ter humildade para que a gente possa se sair bem durante todos os jogos, cada vez melhor.

Roger revelou que o time titular do momento é esse que vem jogando. Faz diferença em campo?

Muita diferença. Eu acho que com a sequência, a gente vai se conhecendo mais. Agora, tenho certeza que quem está no banco, esperando sua oportunidade, quando entrar, vai dar a vida. É uma família que está se formando. Eu olho para trás e vejo grandes jogadores. Vejo o Edu, Luan, Juninho e todo mundo fazendo seu trabalho, farão com que eu evolua, como eu estou fazendo eles evoluírem também. Isso é muito importante para que o trabalho seja bem feito.

Essa união de hoje faltou no ano passado?

Não é que faltou. Teve, mas poderia ter tido mais. A gente conversou quando começou o ano e a gente sabia que essa camisa era muito pesada e tínhamos que buscar mais, até porque pelo investimento que foi feito, a gente precisava de mais. Espero que seja esse ano, com o professor Roger e com todos ali. Estou muito feliz de estar aqui, vestindo essa camisa e espero que a gente consiga mais coisas no final do ano.

Revelado no Corinthians, Antonio Carlos foi pouco aproveitado entre os profissionais. Ganhou espaço no Avaí, por duas temporadas, com 91 jogos disputados e cinco gols marcados. Esteve na Ponte Preta com Eduardo Baptista e foi indicado pelo treinador, quando ele chegou ao Palmeiras.

Em 2017, Antonio Carlos participou de apenas oito jogos. Teve o contrato renovado até dezembro de 2018 e já esteve em cinco confrontos com um gol anotado.


Palmeiras avalia zagueiro colombiano para o lugar de Mina
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Alexandre Praetzel

O Palmeiras vai ao mercado para contratar mais um zagueiro, depois da saída de Mina para o Barcelona. O blog apurou que os responsáveis pelo departamento de análises e estatísticas buscaram números e informações sobre Felipe Aguilar, defensor do Nacional de Medellín da Colômbia.

Aguilar tem 1,90m e fará 25 anos, dia 20 de janeiro. Em 2011, foi revelado no próprio Nacional. De 2012 a 2015, o colombiano passou quatro temporadas no Alianza Petrolera, retornando para Medellín, no ano seguinte. Em 2016, fez 32 partidas, atuando com Guerra e Borja, como titulares. Em 2017, Aguilar disputou 24 jogos, sem marcar gols. Na Seleção colombiana, Aguilar teve participações em três confrontos.

Na primeira consulta feita pela diretoria, o Nacional pediu U$ 6 milhões por 80% dos direitos econômicos. Aguilar tem contrato até dezembro de 2020.

No elenco, o Palmeiras tem Edu Dracena, Luan, Juninho, Emerson Santos, Antonio Carlos, Thiago Martins e o garoto Pedrão.


Mina tem dia decisivo no Palmeiras. Tendência é ir para o Barça agora
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Alexandre Praetzel

Mina e o seu tio e empresário, Jair Mina, estarão na Academia de Futebol, nesta sexta-feira. Os dois terão uma conversa com o diretor-executivo, Alexandre Mattos, sobre o futuro próximo do jogador. O blog apurou que o zagueiro gostaria de sair para o Barcelona, neste mês de janeiro. A diretoria já admite essa possibilidade.

O clube espanhol tem a prioridade na aquisição do colombiano e sinalizou com uma oferta de 13 milhões de euros(R$ 50,5 milhões). O Palmeiras tem 80% dos direitos econômicos e o Santa Fé da Colômbia, os outros 20%. Caso o negócio seja concretizado, o Verdão ficará com R$ 40,4 milhões. Lembrando que Mina foi adquirido por R$ 12 milhões, pagos pelo ex-presidente Paulo Nobre, em 2016.

Mina deverá ser convocado pela Seleção colombiana para a data Fifa de março e para a Copa do Mundo, se apresentando no final de maio. Como depois do Mundial, a saída já está prevista, o Palmeiras deve finalizar a transação, acatando a vontade do atleta.

Mina está com 23 anos. Disputou 49 jogos e marcou nove gols pelo Palmeiras. Foi Campeão Brasileiro, em 2016, como um dos destaques da competição.