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Arquivo : reforço

São Paulo acrescenta Geuvânio à lista de opções para reforçar o ataque
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Alexandre Praetzel

O São Paulo pensa em mais um jogador para reforçar o ataque. Depois de cogitar Gabriel Barbosa e admitir o interesse em Marinho, o blog apurou que a diretoria acrescentou o nome de Geuvânio à lista de desejos para o time. O atleta foi comandado por Dorival Jr. no Santos, em 2015, e tem a aprovação do treinador. Naquele ano, Geuvânio disputou 55 partidas com dez gols marcados. Geuvânio pertence ao Tianjin Quanjian da China e está emprestado ao Flamengo, até dezembro de 2018. Uma negociação envolveria as três partes e Geuvânio poderia ser repassado ao tricolor paulista, cumprindo o mesmo prazo. Geuvânio chegou ao Flamengo em julho de 2017. Foi pouco aproveitado pelo ex-técnico Reinaldo Rueda, disputando 18 jogos com um gol marcado.

Sobre Marinho, os contatos com os chineses do Changchun Yatai continuam. Apesar de ter completado apenas um ano no país, Marinho pode retornar ao Brasil, para atuar no Morumbi. Representantes de Marinho admitem a possibilidade de um empréstimo, no mínimo. Em 2017, Marinho fez 17 partidas com três gols marcados.

Gabriel Barbosa foi cobiçado, mas existe a concorrência com o Santos, tornando as coisas mais difíceis. O presidente José Carlos Peres já declarou que aguarda a liberação da Inter de Milão, para repatriar o ex-santista.

 


Diego Souza ainda é bom reforço para qualquer time. SP pagou para ver
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Alexandre Praetzel

Em 2007, Diego Souza foi anunciado pelo Grêmio como grande reforço, após uma passagem muito discreta pelo Benfica-POR, clube que o contratou, após boas atuações pelo Fluminense. Diego Souza foi muito bem e ajudou o Grêmio a ser campeão gaúcho e vice-campeão da Libertadores da América.

Em 2008, foi para o Palmeiras, onde o acompanhei bem de perto, fazendo a cobertura diária, na Academia de Futebol. Compunha um meio-campo com Pierre, Martinez e Valdívia. O Palmeiras foi campeão paulista com sobras, mas não confirmou no Brasileiro. Em 2009, fez um ótimo ano com 62 jogos e 18 gols. Saiu em maio de 2010, depois de fazer um gesto obsceno para a torcida, num jogo contra o Atlético-GO, pela Copa do Brasil.

A partir daí, teve destaque no Vasco, com dois bons anos. Posteriormente, rodou por outras equipes  e teve rápidas passagens pelo Al Ittihad da Arábia Saudita e Metalist da Ucrânia. Se reencontrou no Sport, a partir de 2014. Fez 173 partidas e marcou 61 gols. Números que o levaram a ser chamado para a Seleção Brasileira, pelo técnico Tite. Diego Souza mudou de posição, passando a jogar mais avançado e próximo do gol. O fato do Sport trabalhar em função dele, também contribuiu para sua afirmação na equipe. Esteve para retornar ao Palmeiras, em 2017, mas a diretoria do Sport bateu o pé e o manteve em Recife. Aos 32 anos, Diego Souza é bom nome para qualquer time. Talvez, R$ 10 milhões seja um preço salgado. Caberá ao próprio Diego determinar o custo-benefício.

A curiosidade é que ele se tornou protagonista, num esquema de jogo adaptado para ele. No São Paulo, poderá ser o substituto de Pratto ou dividir as atenções com o próprio argentino. Acredito que ele não tenha mais a pegada para jogar chegando de detrás, como assistente ofensivo. O certo é que Dorival Jr. ganha uma opção que todos gostariam de ter. Basta saber escalá-lo e deixá-lo jogar. A tristeza pela saída de Hernanes já foi reduzida, mas o São Paulo precisa de mais gente do nível de Diego Souza para ser candidato a títulos, como sempre foi.


Eduardo Sasha pode ser útil para o Santos, mesmo sem o DNA do clube
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Alexandre Praetzel

Eduardo Sasha será anunciado oficialmente como reforço do Santos, na próxima semana. O atacante foi liberado pelo Inter para empréstimo até dezembro. Sasha foi um pedido de Jair Ventura, novo técnico santista. Bastou a informação ser divulgada e vários torcedores do Santos começaram a detonar o jogador, nas redes sociais.

Não acho Sasha um grande nome, longe disso. Agora, no futebol nota 6 que se joga no Brasil, ele é um jogador útil. Está bem distante de Ricardo Oliveira, mas pode compor bem o ataque com Bruno Henrique e Copete. É competitivo, tem boa composição tática e marca seus gols, ainda que não tenha muita qualidade técnica. Tem características parecidas com o paraguaio Romero, do Corinthians. No Santos, poderá fazer a mesma função que Rodrigo Pimpão fazia com Jair, no setor ofensivo do Botafogo.

Sasha fará 26 anos em fevereiro. Nas últimas quatro temporadas, fez 144 jogos e marcou 30 gols, mesmo sofrendo com algumas lesões. Ficou marcado como muitos atletas pelo rebaixamento à Série B, em 2016. No ano passado, foi titular em algumas partidas com Guto Ferreira como técnico. Agora, quase entrou na negociação com o Fluminense, numa troca por Wellington Silva. Antes, se recusou a seguir para o Sport, na tentativa de contratação do volante Rithely. Claramente, a diretoria queria sua saída do Beira-Rio.

Sasha já poderia ter vestido a camisa do Santos, quando Dorival Jr. era o técnico. Dorival sempre foi admirador do seu futebol e havia o indicado, anteriormente para o time. Na ocasião, não houve acordo com o Inter.


Santos encaminha acerto com volante do Botafogo-SP
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Alexandre Praetzel

O Santos está contratando o volante Diego Pituca do Botafogo-SP. O jogador está com 24 anos e foi campeão brasileiro da Série D, em 2015.

O blog apurou que a ideia da comissão técnica é aproveitá-lo da mesma maneira que Vitor Bueno. O meia chegou do Botafogo e foi colocado no time Sub-23, até ser aproveitado no grupo principal. Dorival Jr. vem observando Pituca e acha que o atleta pode se desenvolver ainda mais no Santos.

Em dois anos e meio no Botafogo, Diego Pituca fez 60 jogos e marcou três gols. Ele pode virar alternativa para a função de volante, imediatamente, caso Thiago Maia seja negociado com o futebol europeu, no meio do ano.


Borja sempre brilhou dentro da área, mas atacante pode e deve se ajudar
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Alexandre Praetzel

Sou um defensor de Borja. Acho que o atacante tem faro de gol e bom posicionamento perto e dentro da grande área. É bom jogador e merece tempo para se adaptar. Na sua última entrevista, admitiu que o futebol brasileiro é mais rápido e pegado do que o colombiano. Ainda sente a dificuldade do calendário, com pouco tempo de descanso e adversários difíceis toda a semana. A sequência Chape, Tucumán, São Paulo e Inter, não se encontra em outro país sul-americano, num intervalo de 11 dias.

Mas Borja também precisa se ajudar. Deve ter calma porque uma hora a bola vai entrar, como aconteceu diante do Vasco. Já vimos filmes parecidos, anteriormente, com outros goleadores. Não adianta resmungar e gesticular, a cada substituição. Isso só contribui para aumentar a ansiedade e a desconfiança da torcida. São quatro meses da chegada triunfal para um ponto de interrogação entre os palmeirenses. Já li e ouvi que “Borja não serve. Não acerta um chute” ou “Como se enganaram num cara ruim assim”. Frases imediatistas e cheias de emoção, sem nenhuma razão e até desconhecimento. São seis gols em 17 jogos. A média não é ruim. Há quem entenda que o custo-benefício não é bom.

Agora, pesquisem como Borja ficou letal e goleador. O repórter Rodrigo Fragoso, do Esporte Interativo, foi buscar informações e descobriu que Borja, antes de chegar ao Palmeiras, nos últimos 35 gols que marcou, em apenas três  foram de chutes de fora da área. Reparem bem. Os outros 32 gols foram dentro da área.

Em 26 gols dos 35, Borja não deu mais que dois toques na bola. Confira como o colombiano decidiu, abaixo.

  • Chutes de primeira: 16 gols
  • Domínio rápido seguido de conclusão: 10 gols
  • Gols de pênaltis: 5 gols
  • Gols de cabeça: 3 gols
  • Gols de falta: 1 gol

Está claro que Borja tem uma característica de área e o Palmeiras precisa aproveitar a força física e o poder de conclusão. Com Eduardo Baptista, Borja atuava de costas para os zagueiros ou vinha buscar a bola na intermediária. Não foi bem. Pelo menos, Cuca está com mais paciência e vai com ele, até o fim.

Óbvio que o Palmeiras não pode ficar refém de uma maneira de jogar por causa de um atleta, mas é bom aproveitar o que Borja tem de melhor. E o colombiano também pode contribuir, participando mais da partida e fazendo o feijão com arroz, tabelando e chutando. Só vai melhorar, mas precisa se ajudar.


Avaí encaminha reforço de Seleção, mesmo em condição financeira inferior
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Alexandre Praetzel

O Avaí somou um ponto em dois jogos disputados pelo Campeonato Brasileiro. Em algumas enquetes, antes da competição, seguidores e participantes das redes sociais, carimbaram o time catarinense como um forte candidato ao rebaixamento, depois de retornar à Série A. O blog entrevistou o técnico Claudinei Oliveira sobre o objetivo da equipe, as dificuldades financeiras e a espera pelo lateral Maicon, reforço encaminhado pela diretoria. Acompanhem.

Lateral Maicon é um bom reforço?

“Maicon é um grande jogador. Acho que o Leandro Silva vem fazendo um grande campeonato, mas a gente não sabe a condição física do Maicon, se já é a ideal, mas é um grande reforço. Uma experiência muito boa, um jogador acostumado a atuar na Europa, que faz muito bem essa linha de quatro , um jogo aéreo muito bom. Vamos ver a situação que ele chega, quando estará pronto para estrear e aí vai competir com o Leandro Silva pela posição, independentemente do histórico dele. Ele vai vir, chegar respeitando quem está atuando. Mas se a gente conseguir contratar jogadores deste tipo, fora da realidade do Avaí, vai nos ajudar bastante”.

Qual a realidade do Avaí no Brasileiro?

“A gente esperava vencer o primeiro jogo. A nossa ideia era vencer o primeiro jogo, buscar algum ponto no Morumbi, a gente tem dois jogos fora seguidos, tentar pontos contra a Chape. A dificuldade é grande, é desigual. No Campeonato Brasileiro, você tem uma equipe como a nossa com uma folha de R$ 750 mil contra o Palmeiras com R$ 13 milhões. Dois jogadores do Palmeiras pagam a folha do Avaí. Só que isso não pode servir de desculpa, é o campeonato que a gente tem que jogar e a gente, dentro disso, procura organizar a equipe bem taticamente, buscar algumas peças pontuais. Não temos condições de concorrer em contratações com 18 clubes da Série A, talvez a gente possa concorrer com o Atlético-GO, que subiu e tem um orçamento menor como o nosso. Então, a gente tem que contar bastante com a aplicação dos jogadores e que a gente seja feliz na hora de finalizar as jogadas. Nosso campeonato é esse, muita briga, muita luta e sabendo que não vai ter mágica em termos de orçamento. A gente está fazendo uma coisa coerente. Você sabe que o Avaí sempre foi uma equipe que conviveu com atraso de salários, hoje o Avaí está com salários em dia. A gente optou por uma política conservadora e não fazer loucuras. Então, vamos ver se com essa política sem fazer loucuras, a gente consegue o objetivo. Vai ser mais difícil? Vai, mas acho que esse é o caminho correto”.

O objetivo é escapar do rebaixamento?

“É, o campeonato do Avaí é a manutenção porque você se mantém e vai aumentando a cota de participação. Infelizmente, do jeito que as coisas são feitas no Brasil, eu já estive do outro lado no Santos, que é uma equipe considerada grande, já estive no Atlético-PR, que tem uma cota maior, mas no Brasileiro, a equipe que sobe é meio fadada a cair. Por que é incompetente? Não, porque não tem condição financeira de competir com as outras, a disparidade é muito grande. Muitas equipes sobem com dificuldades para se manter pela questão financeira, não é pela qualidade ou pela intenção de fazer um bom trabalho e os que caem, normalmente sobem porque tem um resguardo financeiro, uma proteção. Sobem quatro e nenhuma vez um time grande deixou de subir no ano seguinte. Então, a gente sabe que é difícil, mas é a nossa realidade. Temos que motivar os jogadores a fazerem jogos bons, como fizemos no segundo tempo contra o São Paulo, para que a gente possa somar pontos e conseguir escapar dessa situação incômoda , que seria o rebaixamento. É isso que a gente está buscando”.

O Avaí foi vice-campeão catarinense, perdendo o título para a Chapecoense. A equipe disputa apenas a Série A do Brasileiro, até o final da temporada.


Corinthians busca um meia no mercado
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Alexandre Praetzel

O Corinthians não esconde de ninguém que busca reforços para o Campeonato Brasileiro, mesmo com a conquista do Paulista. Além do lateral-direito Cicinho, ex-Santos e Ponte Preta, e do atacante Clayson, da Ponte Preta, a diretoria quer um meia para a reserva de Rodriguinho e Jadson.

Hoje, apenas o garoto Pedrinho é opção. Giovanni Augusto está machucado e Marquinhos Gabriel perdeu espaço, apesar dos discursos a favor do atleta. Como o dinheiro está escasso, o Corinthians vasculha o mercado brasileiro para encaminhar alguma negociação.

O presidente Roberto de Andrade também considera importante não perder ninguém, mesmo com a necessidade financeira do clube. Fagner e Guilherme Arana são nomes cotados para deixar o Corinthians, com o surgimento de ofertas do exterior.

A certeza é que os investimentos serão pequenos em contratações, com nomes pontuais e indicados pelos analistas de desempenho, fundamentais hoje para muitas comissões técnicas.


Primeiro reforço do ano, meia ainda não estreou no Corinthians após 4 meses
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Alexandre Praetzel

O primeiro reforço do Corinthians para 2017 ainda não estreou. Em dezembro do ano passado, o meia-atacante Luidy chegou do CRB de Alagoas como um nome de potencial para atuar no grupo, normalmente. Quatro meses depois, Luidy não disputou nenhuma partida e não foi inscrito no Campeonato Paulista e Copa Sul-Americana.

“Isso estava previsto. O Luidy veio com déficit físico e fez um trabalho especial. Ganhou 4kg de massa muscular e está treinando forte, aguardando uma oportunidade. Foi muito bem recebido pelos atletas,  sempre o apoiando e o elogiando pela vontade no dia-a-dia”, afirmou o empresário de Luidy, Marcos Fialdine.

Luidy assinou contrato de quatro anos, mas pode ser emprestado para ganhar experiência. “Vou conversar com o Alessandro (gerente de futebol). Estamos tranquilos. É aguardar a decisão do treinador. Já houve procura por parte de alguns clubes interessados, inclusive paulistas. O Luidy segue trabalhando e está satisfeito no Corinthians”, ressaltou.

Luidy foi contratado pelo ex-diretor de futebol, Eduardo Ferreira. Em 2016, fez boa temporada pelo CRB, chamando a atenção com bom desempenho na Série B do Brasileiro.


Drogba é grande nome para o Corinthians e salva-guarda para a diretoria
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Alexandre Praetzel

O interesse do Corinthians na contratação de Drogba dominou o noticiário esportivo no fim de semana. A notícia divulgada com exclusividade pelo colega Dassler Marques do UOL, mexeu com o imaginário corintiano. Torcedores “invadiram” as redes sociais do marfinense, apresentando as boas vindas ao atacante.

Drogba monopolizou os debates esportivos se ainda é um bom custo-benefício, próximo de completar 39 anos. O atacante foi grande nome do Chelsea, de 2004 a 20012, sendo referência ofensiva e sinônimo de gols. Disputou três Copas do Mundo liderando a ótima geração da Costa Marfim.

No entanto, o tempo passa para todo mundo. Drogba está em fim de carreira. No Montreal Impact da MLS, atuou em 41 jogos, em uma temporada e meia. Goleador nato, é grande nome para a realidade brasileira, vivendo constantemente com a fragilidade técnica de muitos jogadores.

Penso que seria um reforço de impacto para o Corinthians pela trajetória e retorno de mídia. A dúvida se dará certo ou não, resume-se ao aspecto físico. Tecnicamente, será ele e mais dez na escalação titular. Controle de egos e vaidades são responsabilidades da comissão técnica. Quem não gostaria de jogar ao lado de Drogba?

Num momento político e financeiro difícil, a diretoria do Corinthians conseguiu desviar a atenção das informações e declarações negativas do clube. Agora, se for apenas cortina de fumaça, os dirigentes certamente serão cobrados pelos consumidores corintianos.

Eu, como profissional da imprensa esportiva, sempre quero ver bons jogadores atuando no Brasil. Imagine um Palmeiras e Corinthians com o campeão brasileiro de um lado diante de um rival estreando Drogba? Melhor impossível, ainda mais num campeonato estadual, projetando confrontos muito bons para o Brasileiro.

É esperar para ver.


Vasco encaminha contratação do meia Wagner
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Alexandre Praetzel

O Vasco está próximo de anunciar a contratação do meia Wagner. O jogador já foi avisado da negociação e deve ser confirmado ainda nesta quinta-feira, pelo clube carioca.

Wagner está com 31 anos e desligou-se do Tianjin Teda da China, após imbróglio financeiro. O técnico Cristóvão Borges quer contar com o atleta já na disputa da Flórida Cup, a partir de domingo.

O Vasco venceu a disputa financeira com o Corinthians, na negociação.

No Tianjin, Wagner atuou em 20 jogos, marcando dois gols.

Revelado pelo América-MG, Wagner teve ótimos momentos pelo Cruzeiro de 2004 a 2009, com 217 partidas e 36 gols.

Depois de passar por Rússia e Turquia, Wagner voltou ao Brasil em 2012, tornando-se campeão brasileiro pelo Fluminense, onde ficou até 2015, transferindo-se em seguida para a China.