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Keno elogia Borja, evita falar do Corinthians e não vê favorito no clássico
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Alexandre Praetzel

Keno foi contratado do Santa Cruz, após bom desempenho no Brasileiro do ano passado, mesmo com o rebaixamento do time pernambucano. Chegou ao Palmeiras como jogador de grupo, mas mostrou sua importância no decorrer da temporada e virou titular com Alberto Valentim, depois de viver altos e baixos com Cuca. O blog entrevistou o atacante, hoje elogiado pelos torcedores e consolidando sua presença na equipe principal. Acompanhem.

Borja fez sua melhor partida pelo Palmeiras?

A gente sabe que é diferente um jogador qualificado como o Borja para se adaptar, a gente vem dando o maior apoio a ele. Sabemos que é um jogador que vai nos ajudar muito nesta reta final. Ele está de parabéns. Está se doando nos treinos. Está aí, o que ele fez nos treinos, ele faz no jogo. Então, a gente tem que apoiar ele, que ele vai nos ajudar muito.

O Palmeiras ainda briga pelo título mesmo?

A gente não está brigando, cara. A gente está jogo a jogo, tem que se manter no G4. A gente tem que colocar o Palmeiras na Libertadores, ano que vem. Cada jogo é como uma final.

Você acha que o Corinthians está pressionado?

Eu não sei, não posso falar do Corinthians. Corinthians é com eles lá. A gente tem que manter o foco aqui. Se eles estão pressionados, não sei. A gente tem que estar muito concentrado para esse jogo de domingo.

Pelos últimos jogos, o Palmeiras chega como favorito em Itaquera?

Clássico não tem favorito. A gente sabe que é um jogo muito difícil em Itaquera. A gente sabe que os momentos que eles estão vivendo lá, não são bons, mas a gente sabe que é um time qualificado, como aqui também. A gente tem jogadores muito experientes para esse jogo lá. Então, a gente pode esperar um jogo muito batalhado.

Aos 28 anos, Keno assinou por quatro temporadas com o Palmeiras. Disputou 47 jogos e marcou oito gols. Domingo, a tendência é ele ser mantido entre os onze que começam o clássico. Se Willian voltar, Borja deve sobrar.


Prass pede foco no jogo a jogo. Goleiro já esperava ter o contrato renovado
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Alexandre Praetzel

O Palmeiras vai para o clássico contra o Corinthians, com a possibilidade de encostar definitivamente no rival, caso vença a partida. A diferença, que chegou a 16 pontos, caiu para cinco pontos com o empate do Verdão diante do Cruzeiro. O Corinthians segue como favorito ao título, mas o Palmeiras conseguiu algo improvável para a maioria, há 19 dias. O time trocou de treinador e o Palmeiras melhorou, com o Corinthians caindo de produção. O blog entrevistou o goleiro Fernando Prass, com vários confrontos no currículo, sobre o duelo de domingo, a possível efetivação de Valentim e a demora na sua renovação de contrato. Confira a seguir.

Vocês imaginavam chegar no clássico contra o Corinthians, ainda com chances de título, depois de ficar 16 pontos atrás?

Teve um momento que a gente ficou muito longe e ficou ameaçada nossa posição até de G4, que é o nosso primeiro objetivo. A gente conseguiu uma recuperação boa, mas o campeonato tem muito ponto ainda. São 21 pontos e a gente tem que pensar jogo a jogo.

Santos joga sábado contra o Atlético-MG. Seria importante o Santos vencer para seguir a pressão no líder?

Nem sabia contra quem o Santos jogava. A gente tem que pensar na gente. O discurso é esse. Já é difícil para caramba cuidar dos nossos problemas, do nosso time. Se a gente começar a perder energia, foco, pensando nos outros, a gente acaba perdendo algumas situações que a gente precisa trabalhar.

Valentim tem que ficar?

Tem, tem. Na minha opinião. Claro que eu sou funcionário do clube, mas eu sou a favor da continuidade dele.

Cinco pontos ainda é uma boa distância?

Em termos de pontuação, se tu pegares os últimos quatro jogos, é. Mas o campeonato não se faz em quatro jogos. O Corinthians está na frente com cinco pontos, por mérito. Um Brasileiro tem 38 rodadas e todo mundo sabe disso desde o começo. Cada um tem seus méritos e mesmo que a gente esteja aí nos últimos jogos, com pontuação melhor, isso na hora do clássico, acho que não conta.

Diretoria está demorando para renovar teu contrato, mesmo você sendo ídolo da torcida?

Ainda não tem nada definido. É difícil para eu falar, né. Óbvio que eu gostaria de estar com a situação resolvida já. Na minha cabeça, nesse momento do ano, já estaria tudo resolvido, mas futebol é assim. A gente tem que viver o dia a dia.

Fernando Prass tem contrato até o dia 31 de dezembro. Cerca de 40 dias atrás, o presidente Maurício Galiotte afirmou que o acordo por mais um ano estava encaminhado, mas até agora não houve o acerto. Prass tem 250 jogos pelo Palmeiras. Chegou ao clube, em janeiro de 2013. Em cinco temporadas, foi campeão Brasileiro e da Copa do Brasil.


Palmeiras e Santos: vice-campeonato é pouca coisa
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Alexandre Praetzel

Palmeiras e Santos se enfrentam neste sábado, ainda sonhando com o título brasileiro. Um objetivo distante, pela desvantagem para o líder Corinthians. O Palmeiras está 11 pontos atrás e o Santos, dez pontos. Passadas 25 rodadas, a busca pela vice-liderança é algo pequeno, pela expectativa das duas equipes, antes do campeonato começar. O Palmeiras tem o melhor elenco do país e o Santos sempre teve um bom time titular, com um grupo melhorado, em 2017. Foram duas decepções, pelo futebol irregular na temporada, apesar do Santos ter ficado invicto por 17 partidas.

Ainda assim, a projeção é de um bom jogo, no Allianz Parque. O Palmeiras é favorito, após mostrar um pequeno crescimento técnico e coletivo. Vem de duas vitórias, com os jogadores fechados em torno de uma recuperação na competição. O Santos caiu na Libertadores por falta de ambição em campo e teve queda de produção, desde que Levir Culpi assumiu. A equipe ficou mais fechada e menos técnica e veloz, longe das suas caraterísticas normais.

Numa comparação jogador por jogador, analisando momento, o duelo é bem parelho. Analisem.

Fernando Prass    X    Vanderlei

Mayke    X    Daniel Guedes

Luan    X    Lucas Veríssimo

Juninho    X    David Braz

Zé Roberto    X    Zeca

Tchê Tchê    X    Alison

Jean    X    Matheus Jesus

Moisés    X    Jean Mota

Willian    X    Copete

Deyverson    X    Ricardo Oliveira

Dudu    X    Bruno Henrique

Cuca    X    Levir Culpi

Palpitando, aposto em vitória do Palmeiras por 1 a 0.


O futebol merece um grande jogo entre São Paulo e Corinthians
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Alexandre Praetzel

São Paulo e Corinthians é o grande jogo da 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estarei no Morumbi lotado e espero acompanhar um confronto interessante. O São Paulo apostando tudo no clássico, onde uma vitória o tira do Z4 e pode retomar a emoção da competição. O Corinthians com a possibilidade de aumentar a vantagem para os adversários e afirmar ainda mais a ótima campanha, além de deixar o rival em desespero.

Neste ano, houve quatro clássicos com duas vitórias do Corinthians e dois empates. No momento, em relação a times, vejo um certo equilíbrio por uma melhora coletiva tricolor e uma pequena queda técnica corintiana. Corinthians tem uma equipe bem definida. O São Paulo procura uma forma de jogar. Vamos as comparações, nome por nome. Meu critério é o que estão jogando agora.

Sidão    X    Cássio

Militão    X    Fagner  

Arboleda    X    Pablo

Rodrigo Caio    X    Balbuena

Júnior Tavares    X    Guilherme Arana

Petros    X    Gabriel

Gomez    X    Maycon

Hernanes    X    Rodriguinho

Cueva    X    Jadson

Marcos Guilherme    X    Romero

Pratto    X   

Dorival Jr.    X    Fábio Carille

Claro que o São Paulo pode vencer, mesmo tendo atletas jogando menos que a maioria dos corintianos. Hernanes está carregando o time e pode decidir num lance. O meia não estava em nenhum dos clássicos anteriores e tem bola para ser o protagonista. Do outro lado, Guilherme Arana sempre vira desafogo e Jô tem estrela diante dos principais adversários. São nomes fortes corintianos.

Espero que seja uma partida bem jogada, trabalhada, sem confusão. Parece que estou vendo o São Paulo tomando a iniciativa, indo para cima diante de um Corinthians fechado, esperando o bote para seus contra-ataques eficientes. E tem também a provável disputa entre Rodrigo Caio e Jô, depois do fair-play do zagueiro e da falta dele do atacante. É o tira-teima de um tema bastante discutível no futebol.

Não ficarei em cima do muro e palpitarei como de costume, mesmo que eu ache que vou errar: São Paulo 1 a 0. Ótimo jogo para todo mundo.


O que Jô dirá para Rodrigo Caio, no jogaço de domingo?
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Alexandre Praetzel

O “bom moço” X A “Lei de Jô”. Acho que é uma denominação que será lançada para projetar o clássico entre São Paulo e Corinthians, domingo, no Morumbi. De um lado, Rodrigo Caio, adepto do fair-play, o cara que salvou o próprio Jô da suspensão da semifinal do Paulista. Do outro, Jô, com o futebol recuperado no Corinthians e goleador do time no Brasileiro, mas detonado por muita gente por não admitir o gol de mão contra o Vasco, levando vantagem com a irregularidade.

Estarei no estádio e estou curioso para ver o encontro dos dois. O que Jô dirá para Rodrigo Caio? Nada? Pedirá desculpas? Só um aperto de mão trivial? A realidade é que a comparação ficou ruim para Jô. Rodrigo Caio foi cumprimentado por todo mundo pelo ato generoso e honesto. Isso ajudou até na sua convocação para a Seleção Brasileira, certamente. Jô ficou com a imagem de incoerente. Defendeu a postura de Rodrigo Caio, mas não conseguiu ter a mesma atitude do colega de trabalho. Esse duelo já turbina ainda mais o ambiente da partida. A disputa entre os dois será muito interessante. Rodrigo Caio mais motivado do que nunca e Jô podendo responder com gols.

O São Paulo joga para tentar sair do Z4 e atrapalhar a vida do Corinthians. O Corinthians joga para tumultuar ainda mais a vida do rival e disparar rumo ao título. Já foram vendidos mais de 40 mil ingressos. Que promessa de jogaço. E com vários motivos para ter todas as atenções da semana.


Palmeiras não poderia estar a 13 pontos do Corinthians
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Alexandre Praetzel

Palmeiras e Corinthians se enfrentam em mais um clássico eletrizante, nesta quarta-feira, no Allianz Parque tomado pela torcida verde. Será a 13ª rodada do Brasileiro e a diferença do líder para o Verdão chegou a distantes 13 pontos. Uma vantagem que nem os mais fanáticos palmeirenses e corintianos imaginariam, no início da competição. Mas há claros motivos para isso.

– Corinthians definiu uma forma de jogar e uma formação principal. Palmeiras ainda segue sem um time titular, na metade da temporada;

– Fábio Carille começou o ano e mantém o trabalho. Palmeiras mudou o treinador e a filosofia. Não encaixou;

– Elenco do Corinthians é inferior, mas quem substitui os titulares, não sente pressão. No Palmeiras, há pontos de interrogação e posições em debate, além da possível chegada de novos nomes;

– Corinthians ganhou o Paulista como quarta força definida. Palmeiras não conseguiu administrar o favoritismo;

– Corinthians vive em crise financeira, mas os resultados de campo silenciam a questão. Palmeiras tem superávit e muito dinheiro, mas tem ambiente conturbado com vazamento de informações e busca por culpados;

Citei algo que acompanhamos no dia-a-dia. Na minha opinião, o Palmeiras tem todas as condições de bater o Corinthians, mas futebol não se ganha apenas com cofres cheios e atletas badalados. Me parece que o título de 2016 deixou uma aura de invencível ao Palmeiras, com previsões de vitórias fáceis sobre rivais e adversários. É preciso ganhar no campo. Óbvio que o Palmeiras pode conquistar Libertadores da América e Copa do Brasil, torneios em mata-mata, onde a superação pode derrotar a qualidade e o entrosamento. Agora, estar 13 pontos atrás do Corinthians, é demais para a realidade alvi-verde. A Academia está em constante debate.

O que o Corinthians está fazendo, todo mundo acreditava no inverso. Futebol não é ciência exata e sempre pode nos surpreender.


Corinthians hoje é favorito contra o Santos, apesar da qualidade santista
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Alexandre Praetzel

É uma grande surpresa para mim, chegar na 4ª rodada do Brasileiro e colocar o Corinthians como favorito para o clássico diante do Santos, neste sábado. O Corinthians começou a temporada sobre enorme desconfiança e com Fábio Carille como uma aposta emergencial. Ganhou o Paulista com méritos e acertou uma forma de jogar. Não é brilhante, mas se mostra eficiente, com os resultados conquistados. Portanto, o Corinthians pega um Santos em crise técnica e longe das suas melhores atuações de 2015 e 2016. Ainda acho o time completo do Santos superior ao Corinthians, mas tudo indica que o Corinthians mantenha sua invencibilidade frente aos rivais, em 2017.

Time por time, vamos às comparações, na minha opinião.

Cássio x Vanderlei

Fagner x Victor Ferraz

Pedro Henrique x Lucas Veríssimo

Pablo x David Braz

Guilherme Arana x Zeca – um empate técnico, mas hoje destaco Arana.

Gabriel x Thiago Maia

Maycon x Renato

Rodriguinho x Hernandez

Jadson x Vítor Bueno

Romero x Bruno Henrique

x Ricardo Oliveira – sou fã do Ricardo Oliveira, mas o momento é do Jô.

Corinthians 6×5 Santos. Atualmente, é por aí. Coletivamente, o Corinthians é superior. Tendência é de vitória corintiana. Agora, é o típico jogo para o Santos iniciar uma reação e dar uma resposta aos santistas. Promessa de bom clássico.


São Paulo mantém o tabu com jogo coletivo superior ao Palmeiras
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Alexandre Praetzel

O São Paulo manteve o tabu de 15 anos sem derrotas para o Palmeiras, no Morumbi, com justiça. Após um primeiro tempo equilibrado, o tricolor voltou para a segunda etapa com jogo coletivo superior e venceu por 2 a 0, com gols dos destaques da partida: Lucas Pratto e Luiz Araújo.

Rogério Ceni escalou o time no 3-4-3, com Lucão na zaga e Marcinho de ala-direito. O ex-atacante do São Bernardo cumpriu a função sem sustos e ainda deu o passe para Pratto abrir o placar em falha de Fernando Prass. O Palmeiras surgiu com uma formação inédita, acreditando na qualidade individual dos atletas. Teve minutos com mais posse de bola e a chance do empate em pênalti duvidoso de Jucilei sobre Jean, com o próprio Jean desperdiçando a cobrança. Depois deste lance, o Palmeiras caiu demais e o São Paulo mandou no clássico com Pratto como assistente para Luiz Araújo fechar o placar em novo erro de Prass. O goleiro assumiu que as bolas eram defensáveis.

No geral, o São Paulo pareceu mais equilibrado em campo, com os jogadores se dedicando mais nas divididas e Rogério Ceni levando vantagem diante de Cuca, nas substituições. Cueva foi sacado com justiça, com outra atuação ruim. Guerra era o principal armador palmeirense, mas foi substituído de maneira equivocada. O treinador do Verdão estreou Mayke, com desempenho discreto e parecendo sem ritmo de jogo. O clássico terminou com uma equipe organizada frente a outra desnorteada. O mérito são-paulino foi brecar as qualidades do adversário e conseguir chegar com mais eficiência à área palmeirense.

Ganhou o melhor nos 93 minutos. O São Paulo tirou um peso das costas contra o Avaí e evoluiu no jogo seguinte. Passará uma semana leve, apenas treinando e, quem sabe, virando líder domingo que vem, se derrotar a Ponte Preta, em Campinas. O Palmeiras tem Inter pela Copa do Brasil e Galo pelo Brasileiro. Outra semana duríssima. O futebol é muito dinâmico, realmente.


Palmeiras tem mais elenco e chega favorito ao Morumbi
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Alexandre Praetzel

São Paulo e Palmeiras fazem mais um Choque-Rei, neste sábado, as 19h, no Morumbi. O clássico ganhou atrativos porque o São Paulo não perde para o rival, desde 2002, na sua casa. São 23 jogos com 14 vitórias e nove empates. O tabu incomoda o Palmeiras, que chega favorito à partida, depois de anos atrás do tricolor.

Time por time, vejo o Palmeiras superior e com mais opções no elenco. Talvez seja o melhor momento para acabar com a marca negativa dos últimos 15 anos. Gosto de comparar os jogadores e coloco minha opinião abaixo, sobre as duas prováveis escalações para o confronto.

Fernando Prass x Renan Ribeiro

Jean x Buffarini

Mina x Maicon

Edu Dracena x Rodrigo Caio

Zé Roberto x Júnior Tavares

Felipe Melo x Jucilei

Tchê Tchê x João Schimit

Guerra x Cícero

Dudu x Cueva

Willian x Luiz Araújo

Borja x Pratto

Pelas minhas escolhas, o Palmeiras tem 8 a 3 entre os atletas. Claro que isso não indica que o Palmeiras vencerá, mas mostra que tem mais equipe, atualmente. Entre os técnicos, Cuca está consolidado contra um Rogério Ceni em avaliação, até mesmo por parte da torcida são-paulina.

Tomara que seja um grande jogo. Bem jogado, dinâmico, com qualidade e sem interferências da arbitragem.


São Paulo e Corinthians. Clássico nota 5. Pouco futebol e má arbitragem
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Alexandre Praetzel

São Paulo e Corinthians fizeram um jogo abaixo da média, neste domingo, no Morumbi. O empate acabou sendo um resultado justo, pela produção pífia de jogadas de ataque e pouquíssima técnica dos dois lados. O primeiro tempo teve o São Paulo com mais posse de bola e o Corinthians apenas se defendendo. Não houve nenhuma grande oportunidade de gol e vimos uma etapa do “medo”. O São Paulo com medo de ganhar e o Corinthians com medo de perder.

Na segunda parte, o clássico melhorou. O São Paulo se abriu mais e deu espaços para os contra-ataques corintianos. Luiz Araújo perdeu gol diante de Cássio e Guilherme Arana respondeu do outro lado. O São Paulo abriu o placar e deu justiça a quem procurava mais o gol. O Corinthians empatou logo depois com cabeceio de Jô, sozinho, após ótimo cruzamento de Arana. Maicon estava fora de lugar e Rodrigo Caio não subiu.

Depois dos gols, quem apareceu mal foi o árbitro Vinícius Furlan. Errou ao não expulsar Wellington Nem por falta violenta em Léo Jabá. Nas reclamações, Pablo forçou o cartão amarelo. Em seguida, Pablo fez falta para um segundo amarelo e Furlan administrou, erradamente. Nos acréscimos, deu vermelho para Wellington Nem, num lance onde ele não fez nada. Expulsou Wellington Nem no lance errado e não expulsou Pablo pelo lance certo. Prejudicou sua atuação e atrapalhou a partida.

Tecnicamente, São Paulo e Corinthians mostraram que são equipes absolutamente comuns. Cueva e Pratto fazem muita falta ao São Paulo e Fagner ao Corinthians. Taticamente, são bem elaboradas, mas carecem de qualidade e terão dificuldades ao longo do ano, contra adversários mais qualificados. Nota 5 para o jogo.