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Empresário de Roger prevê retorno em 50 dias. Botafogo tem prioridade
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Alexandre Praetzel

O atacante Roger deve estar de volta ao futebol, até o final do ano. O goleador do Botafogo foi diagnosticado com um tumor renal e passará por cirurgia, nos próximos dias. O blog conversou com o empresário de Roger, Marquinhos Neves. Ele se mostrou bastante confiante num retorno aos trabalhos físicos, antes do final do ano. Confira o bate-papo.

Como vocês receberam a notícia?

Pegou todo mundo de surpresa. Roger está no melhor momento da carreira, vai se recuperar e se Deus quiser, vai dar tudo certo. Agora é pensar na saúde.

Existe uma ideia de quando Roger poderá retornar ao trabalho?

A gente ouviu três profissionais e vamos ouvir mais um, em São Paulo. Todos estão dizendo a mesma coisa. Num prazo de 40 ou 50 dias, ele estará pronto para treinar e correr. O tumor é bem superficial, não atingiu o órgão e haverá uma raspagem para não haver nenhuma seqüela. Os médicos deixaram claro que Roger não corre risco de morte.

Como fica o futuro profissional de Roger? 

Ele tem contrato com o Botafogo até 31 de dezembro. Tenho uma conversa com a diretoria, nesta quarta-feira. Estamos priorizando a saúde. Vai depender muito do que o Botafogo está pensando. Outros clubes já nos procuraram, mas queremos ouvir primeiro o Botafogo.

Roger chegou ao Botafogo, em janeiro. Disputou 48 jogos e marcou 17 gols. Está com 32 anos.


“Neilton não é o problema. São Paulo está um pouco perdido”, diz empresário
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Alexandre Praetzel

O atacante Neílton durante treino do São Paulo (Crédito: Julia Chequer/Folhapress)

O atacante Neilton virou assunto no São Paulo. De titular contra o Defensa Y Justice, na Copa Sul-Americana, à ausência da relação dos atletas, no confronto diante do Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro. Assim, Neilton se tornou um nome “negociável” em apenas três dias. O blog entrevistou o empresário do jogador, Hamilton Bernard, sobre essa situação. Acompanhem abaixo.

A situação de Neilton incomoda o senhor?

“Na verdade, eu acho assim que o momento do Neilton não é um problema. Eu vejo um São Paulo um pouco perdido, está tentando se achar. Se a gente for analisar a fundo, no último jogo, o Neilton não estava em campo e o São Paulo estava perdido. O São Paulo nunca me procurou para falar do Neilton, como a imprensa vem falando. Que o São Paulo o dispensou e voltou para o Cruzeiro. Não existe nada. Está treinando e está nos planos do São Paulo. Criou-se um problema e não existe nada disso. Eu estava no Cruzeiro ontem acertando pendências, mas não tem nada a ver dele retornar para lá. Com este entorno de algumas pessoas da imprensa sobre o Neilton, vários clubes me ligam interessados no jogador. O São Paulo não me falou nada”.

Neilton irá permanecer no São Paulo?

“Sete clubes do Brasil e dois do exterior estão interessados. Não sei o que vai acontecer no São Paulo, hoje. Alguns nomes podem ser emprestados. Em alguns momentos, Rogério Ceni fala muito bem do Neilton, mas  vou esperar os próximos jogos”.

O que achaste dele ser escalado como titular na quinta-feira e fora da lista dos relacionados, domingo?

“Foi algo normal, porque Rogério Ceni não gostou do time na quinta-feira e queria mudar o time para domingo. Acho que o Rogério Ceni está tentando achar o time ideal, uma cara para a equipe, um esquema tático. Individualmente, o time é muito bom. Acho que o Rogério Ceni também está tentando se encontrar. Opção dele, achei normal”.

Neilton está emprestado ao São Paulo, até o final do ano. Ele tem contrato vinculado com o Cruzeiro, até dezembro de 2018.

 


Empresário de Ganso nega chance de volta ao Brasil: “está feliz na Espanha”
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Alexandre Praetzel

No fim de semana passado, pelo menos três pessoas ligadas ao Palmeiras, me perguntaram se eu sabia de um possível retorno de Ganso ao futebol brasileiro, emprestado ao Verdão. Prometi ir atrás para confirmar se existia ou não, essa possibilidade. Fiz contato com Giusepe Dioguardi, empresário de Ganso. A resposta foi imediata.

“O Ganso tem mais quatro anos de contrato com o Sevilla e está feliz e tranquilo na Espanha”, afirmou.

Perguntei também como ele definia a primeira temporada de Ganso no futebol europeu.

“Acredito que o ano começou mal porque o Ganso chegou machucado. Depois, treinou forte, se dedicou sempre e correspondeu. Quando o treinador começou a perder, mudou o time e o escalou”, concluiu.

Ganso fez 15 jogos até agora, com três gols marcados. Esteve 833 minutos em campo em quatro competições. No início, ganhou elogios do técnico argentino Jorge Sampaoli. Depois, perdeu espaço entre os titulares.


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