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Eduardo Baptista não precisa desfazer o trabalho de Cuca e pode melhorá-lo
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Alexandre Praetzel

Acho que todo treinador que assume um novo time, merece 120 dias de trabalho, pelo menos. É um tempo aceitável para que o profissional defina um esquema de jogo e consiga apresentar resultados. Eduardo Baptista conheceu sua primeira derrota no segundo jogo oficial à frente do Palmeiras e já é questionado fortemente por parte da torcida.

Vamos evitar comparações. Eduardo não é Cuca e repetir a conquista do Brasileiro será difícil para qualquer nome. Agora, Eduardo pode manter o que Cuca deixou de positivo.

Dudu era escalado solto do meio para o ataque e teve ótima temporada. Eduardo o fixou como extrema direita e o rendimento caiu.

Róger Guedes vinha mal no final de 2016 e não merecia a titularidade, na abertura de 2017.

O Palmeiras tem bons meias. Então, é possível atuar com centroavante de referência, porque a bola chegará mais vezes. Eduardo tentou um time móvel, sem velocidade e ainda lento pela forma física. Raphael Veiga não precisava ser barrado, até porque tem as características que o grupo precisava em Itu. Era melhor ter começado com Alecssandro.

Eduardo teve toda a semana para treinar e a derrota para o Ituano foi justa. O debate será sobre a melhor formação para os próximos confrontos. Eu tenho a minha: Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo, Michel Bastos, Raphael Veiga e Guerra; Dudu e Alecssandro. Aguardando por Mina, Moisés e Borja.


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