Blog do Praetzel

Vasco atravessa e deve tirar Breno do Atlético-GO
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Alexandre Praetzel

O zagueiro Breno estava apalavrado com o Atlético-GO, mas deve parar no Vasco. O blog apurou, após a derrota de 4 a 0 para o Palmeiras, no Allianz Parque, que a diretoria foi vasculhar o mercado atrás de um defensor. Paulão do Inter já está encaminhado. O nome de Breno surgiu porque o atleta ainda não tinha assinado com o clube goianiense. Contatado, Breno gostou da oferta vascaína e manifestou o desejo de ir para a Colina. A negociação deve ser confirmada nas próximas horas, por empréstimo até o final do ano.

Breno pediu para ser emprestado a Rogério Ceni porque não vinha tendo muitas oportunidades no tricolor. Desde que voltou ao futebol, depois de um processo judicial na Alemanha, Breno não recuperou a sua grande forma anterior, algo normal para muitos profissionais ausentes do esporte por vários anos.

No retorno ao São Paulo, Breno atuou poucas vezes e sofreu com lesões musculares. O zagueiro está com 27 anos.


Após Mayke e Juninho, Mattos nega outros reforços no Palmeiras, no momento
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Alexandre Praetzel

A chegada de Cuca deixou todos os palmeirenses empolgados para a disputa do Campeonato Brasileiro, Libertadores da América e Copa do Brasil. Na sua reestréia, vitória de 4 a 0 sobre o Vasco e aplausos de mais de 30 mil torcedores. Agora, será que o Palmeiras irá contratar mais reforços, além do zagueiro Juninho e do lateral-direito Mayke? O blog entrevistou o diretor-executivo de futebol, Alexandre Mattos, a respeito disso e do retorno de Cuca. Leia abaixo.

O que achaste do recomeço do Cuca, após a primeira vitória?

''Foi ótimo. Melhor impossível. Além da dificuldade do jogo, quem vê os 4 a 0, acha que foi um jogo muito fácil. Na verdade, foi um jogo bem competitivo. Em vários momentos, o Vasco estava melhor na partida, mas acho que o Cuca, aos pouquinhos, vai demorar um pouquinho, não muito tempo, mas ele vai começar a implementar algumas  diferenças que a gente já conhece, como a maioria dos jogadores já conhece. Acima de tudo, vibração, a vontade e especial também, o Borja, precisando de um pouquinho de confiança e ele resgata fazendo dois gols''.

A volta do Cuca é uma garantia de novos títulos ou isso não existe no futebol brasileiro?

''Absolutamente não. Já falei isso algumas vezes, quando me perguntaram. Não tem jeito de ter soberania. Só o Cuca que foi louco ano passado, falando que ia ser campeão antes. Na verdade, não. A gente sabe que o trabalho vai ser árduo, intenso, mesmo na hora que estiver em casa, vai estar pensando muita coisa. Tudo o que a gente já conhece do Cuca e sabe que que tem outras equipes difíceis. Na verdade, para muitos, não é o Palmeiras o favorito, o favorito é o Flamengo, eu escutei isso aí de muitos. O Palmeiras nem quer ser favorito, quer pensar jogo a jogo. Agora, temos que mudar a chavinha na quarta-feira, pensar no Inter, depois mudar de novo, pensar na Chapecoense. Fazer o que nós fizemos no ano passado, com muita tranquilidade, batendo os adversários difíceis e aí no final, se tudo der certo e Deus iluminar, a gente estará na frente''.

Você está viajando aos Emirados Árabes para contratar o Éverton Ribeiro?

''Não, isso é coisa interna. Não tem nenhuma viagem marcada, nada. O grupo está muito bom, muito forte. A gente está fazendo um ajuste ou outro. Não dá ainda para anunciar porque tem que assinar e tudo. Até por essa suspensão revoltante do Felipe Melo, mas vimos o Jean indo bem no meio, ali. Então, a gente, com calma, vai fazendo, mas a gente está tranquilo. Não tem muita coisa, a não ser se tiver uma oportunidade em algum lugar''.

O Mayke foi contratado por que ele foi bem no Cruzeiro?

''Mayke é um excelente jogador. Em 2013, tive a felicidade, ele era júnior e eu pedi para subí-lo, mais uns três, quatro. Conheço bem o potencial dele, aliás todo o Brasil conhece o potencial dele. Mayke vinha jogando de titular. As pessoas, as vezes, se assustam um pouquinho. Pô, outra troca com o Cruzeiro, mas eu acho que a gente está no lucro. Willian está muito bem, outro que chegou, estaria questionado entre aspas. A gente sabe que o jogador, as vezes, vem e encaixa, as vezes é ótimo jogador e não encaixa no clube. A gente tem a confiança de estar fazendo o que é correto no momento. O Palmeiras, em menos de 24 horas, depois de uma suspensão do Felipe, agiu rápido. Já arrumou uma situação juntamente com o treinador, claro, de ter uma possibilidade de arrumar isso aí, sem muito barulho. Mayke vem, primeiro é um homem muito legal, conheço bem a família dele, uma confiança completa. O torcedor palmeirense vai ter um leão ali para treinar e jogar. Tenho certeza, com muita confiança, ele vai entrar em forma e ajudar muito o Palmeiras''.

A punição do Felipe Melo revoltou mais por que foi maior do que os jogadores do Peñarol?

''Não tem nada a ver com o Peñarol. O problema é do Peñarol. Revoltante é a falta de critério porque está muito claro nas imagens que não foi o Felipe que buscou aquilo, o Felipe teve que se defender. Se o Felipe tivesse feito alguma coisa contrária disso, a maior punição seria interna. Nós estamos apoiando ele, junto com ele nessa aí. Está revoltante, acho que o presidente já falou bastante sobre isso. Nós confiamos no nosso departamento jurídico, no presidente novo da Conmebol. Acho que é um aprendizado para todo mundo. Já disse alguns dias atrás. Perguntam como que funciona lá? A gente não sabe e eles olham para aquele ali e ah, vamos dar tanto para esse cara. Não sei porquê. Não tem julgamento. A gente se defende por email. Então, a gente confia que o presidente novo, uma pessoa que parece ser bastante honesta, boa, quer fazer o correto. A gente confia que eles vão repensar sobre isso aí''.

Lateral Maxwell e volante chileno Aránguiz estão sendo contratados?

''Não. Eu já falei que é situação interna. Posso te dizer que o Palmeiras não está em negociação com nenhum jogador, nesse momento. Zero. Nenhum jogador, nem pensando''.

O zagueiro Juninho chega do Coritiba para assinar contrato por cinco anos. O lateral Mayke terá compromisso até dezembro de 2018. Rafael Marques foi para o Cruzeiro e Alecssandro seguiu para o Coritiba.

 


Rafael Marques nega que tenha saído do Palmeiras pelo retorno de Cuca
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Alexandre Praetzel

Rafael Marques se despediu do Palmeiras. O atacante foi negociado com o Cruzeiro e deixou a Academia de Futebol emocionado. O blog entrevistou o jogador com exclusividade. Leia abaixo.

Como defines tua passagem pelo Palmeiras?

''Difícil falar. Tive uma passagem rápida aqui em 2004 e voltar agora desde 2015, nesta reformulação que teve. Dois títulos importantes nacionais e fazer parte disso. Então, para mim, é triste porque eu tenho um carinho muito grande pelo Palmeiras. Todo mundo sabe. Sempre deixei bem claro minha vontade. O carinho que eu tinha pelo clube e mais também, a família que a gente montou. Minha permanência aqui, quando eu vim da China, foi mais por causa disso porque eu sabia que aqui tinham, além de jogadores profissionais, irmãos que a gente criou, uma família muito grande. Quando a gente deixa uma família para trás, dói bastante. É visando coisas boas, novas, objetivos novos, tenho certeza que no Cruzeiro não vai ser diferente também. Têm grandes jogadores, um elenco maravilhoso, amigos lá que me passaram tudo que é o Cruzeiro. Vão me receber de braços abertos, como me receberam aqui no Palmeiras. Talvez não seja uma despedida e sim um até logo. Todos os lugares onde eu passei, deixei as portas abertas e aqui não está sendo diferente. Graças a Deus, fiz o melhor, honrei o máximo a camisa e deixei tudo que pude dentro de campo. É bacana sair com as portas abertas para uma possível volta.

Cuca falou contigo que não te aproveitaria e por isso, tu resolveste aceitar a proposta do Cruzeiro?

''Não. É até bom tocar nesse assunto. Muitos, talvez iriam vincular minha saída com a chegada do Cuca e não foi isso. Já tinha recebido a notícia na semana do jogo na Bolívia, que as negociações estavam quase certas. Então, como fui convocado para esse jogo, para não atrapalhar a concentração e amanhã ou depois, não pensarem que eu não estava focado, deixei para falar com Mattos, depois do jogo. No jantar, falei da minha vontade, deixei bem claro para ele, aguentei o máximo, mesmo não jogando, trabalhando contente e ajudando os meus companheiros no dia-a-dia. Só que chegou um momento que eu tinha que voltar a jogar. Como ajudei nesses dois anos e meio, queria que ele me ajudasse também, na minha saída para o Cruzeiro. No outro dia, ficamos sabendo que o Eduardo Baptista não estava mais e que viria o Cuca. Cuca pode esclarecer. Teve uma conversa comigo, muito bacana, como sempre foi no ano passado e agora também. É bom que não vinculem minha saída com a chegada dele, ao contrário. Cuca é um cara vitorioso, quase teve a possibilidade de eu trabalhar com ele na China. Por outros fatores, não conseguimos. Trocamos muitas coisas positivas e negativas lá, das dificuldades que a gente passava. Quando ele chegou aqui, fiquei muito contente e tudo que aconteceu ano passado, ele me ajudou. Óbvio que não joguei muito, pela qualificação do elenco e nada pessoal do Cuca com o Rafa. Sempre quando podia, ele me colocava, eu sempre ajudava ele e a equipe. Então, é bom deixar esclarecido que minha saída não está vinculada à chegada dele''.

Como achas que será tua participação no Cruzeiro?

''Fazer o que eu vinha fazendo desde o ano passado. Nesse primeiro semestre, eu não joguei. Tive a chance de jogar um jogo só. Ano passado, poucas atuações. É procurar sempre estar focado, trabalhar, respeitando os companheiros, fazer o seu melhor. Acho que sempre é buscar seu espaço dentro de campo, como sempre foi na minha carreira toda e aqui no Palmeiras não foi diferente. Tenho respeito pelo jogador profissional que eu sou, amigo e acho que dentro de campo você vai conquistando no dia-a-dia, mostrando seu valor, como sempre fiz aqui. Lá, será igual. Tem um elenco muito qualificado também. Mano Menezes mudou bastante, desde sua chegada no ano passado, a característica de jogo do time, se tornou mais competitivo e mostrou também no começo do ano. Óbvio que as duas últimas derrotas não podem acabar com o que foi construído, desde sua chegada. Temos que estar focados nos objetivos traçados no ano, Copa do Brasil, Brasileiro. É um time de qualidade, que vai brigar pelos títulos''.

Rafael Marques voltou ao Palmeiras, em 2015. Deixa o clube com 106 jogos e 22 gols.


Inter começa a Série B sob desconfiança
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Alexandre Praetzel

Dirigentes e técnicos dos participantes da Série B colocaram o Inter como principal favorito a uma das vagas de acesso para a Série A, nesta temporada. No entanto, não é bem assim. O time gaúcho começa a competição sob desconfiança da torcida e imprensa e precisando de um choque de realidade para acabar com o trauma do ano passado.

O vice-campeonato estadual para o Novo Hamburgo mostrou uma equipe ainda cheia de dúvidas. O esquema com três volantes não funcionou durante todo o torneio, com atuações regulares e vitórias difíceis contra os adversários do interior. Claro que o chileno Gutiérrez e o atacantes Marcelo Cirino e Pottker vão acrescentar, mas estão sem entrosamento com os demais.

O técnico Antonio Carlos Zago segue dizendo que o Inter está em formação e superando as sequelas do rebaixamento, mesmo às portas da abertura da segunda divisão. O volante Fabinho, defenestrado pelos colorados, foi reconduzido e começa a partida diante do Londrina, neste sábado. Será um confronto igual, provavelmente.

Os 11 do Inter são Daniel; William, Léo Ortiz, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado, Fabinho, Felipe Gutiérrez e D'Alessandro; Marcelo Cirino e Nico López. No papel, uma boa formação, mas que precisa provar sua grandeza e superioridade técnica frente a times mais acostumados com esse tipo de disputa. A conferir.


Palmeiras e Cruzeiro podem promover nova troca de jogadores
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Alexandre Praetzel

Cruzeiro e Palmeiras podem promover nova troca de jogadores, repetindo 2016. Na ocasião, o Palmeiras mandou o meia Robinho e o lateral Lucas para Belo Horizonte e recebeu os laterais Fabiano e Fabrício. Agora, Cuca deve repetir a dose, enviando o atacante Rafael Marques e trazendo o lateral-direito Mayke para São Paulo.

O blog apurou que as conversas começaram nesta sexta-feira e devem terminar com final feliz.

''Ainda não há nada definido. Houve um primeiro contato pelo Rafael e agora vamos sentar e ver o que vai acontecer. O Cruzeiro é um grande clube'', ressaltou Nenê Zini, empresário de Rafael Marques.

Mayke está com 24 anos e foi titular do Cruzeiro no bicampeonato brasileiro em 2013 e 2014. Depois, teve uma lesão e perdeu um pouco de espaço, alternando entre os titulares. Chegaria para jogar no Palmeiras, disputando vaga com Jean ou ocupando a posição, caso o companheiro seja escalado no meio-campo. Pelo Cruzeiro, são 146 jogos e três gols marcados.

Rafael Marques foi liberado por Cuca e disputou apenas uma partida, em 2017.


Qual o momento de dispensar um técnico?
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Alexandre Praetzel

Rogério Ceni é idolatrado pela torcida do São Paulo por tudo que conquistou como goleiro do clube, com mais de mil jogos e 100 gols. Foi anunciado como treinador, no seu primeiro desafio na boca do túnel, e reverenciado pelos tricolores. Ponto.

Passados cinco meses de trabalho, a euforia e o amor acabaram. Ontem, após a eliminação vexatória na Copa Sul-Americana, são-paulinos perderam a paciência e pediram a saída do ídolo, nas redes sociais. Palavras como despreparado, sem humildade e com prazo de validade vencido foram rotineiras num intervalo de 30 minutos, depois da partida. A diretoria banca a permanência de Rogério Ceni, mesmo sem avanços da equipe dentro de campo e três quedas consecutivas em torneios importantes. Agora, fica a pergunta. Qual o momento de dispensar um técnico?

Sou defensor de 120 dias de trabalho para se iniciarem as cobranças, no imediatismo brasileiro. Rogério Ceni teve esse tempo com promessas inovadoras, mas nunca vimos evolução, apesar dele despejar números positivos a cada entrevista coletiva. Uma mudança pode ocorrer quando:

– Não houver crescimento do time e dos jogadores. O trabalho é considerado bom no dia-a-dia, mas os resultados e os desempenhos são regulares ou ruins. Eduardo Baptista caiu por isso no Palmeiras;

-Atletas perderem a confiança no treinador com críticas públicas e falta de comprometimento. Isso não é visto no São Paulo, apesar de Thiago Mendes ter dito que o grupo está se adaptando ao treinador, algo normal numa nova filosofia;

– Derrotas consecutivas. Rogério Ceni só não foi demitido porque é o Mito Rogério. Qualquer outro nome, já estaria fora. Agora, a voz das arquibancadas pode influenciar nos gabinetes do Morumbi;

-Mau relacionamento interno. Acredito que isso não existe, mesmo depois da polêmica do fair-play de Rodrigo Caio no jogo contra o Corinthians e o desconforto no vestiário.

Se eu fosse dirigente são-paulino, não trocaria. O time não é fraco, mas precisa de reforços e de uma revisão do trabalho do treinador. Pode haver uma conversa para expor os erros e tentar ajustar a equipe para um Brasileiro dificílimo, melhorando o coletivo. O São Paulo é espaçado demais e não tem compactação. Ainda dá para segurar por cinco partidas. Agora, se as vitórias não vierem, a situação ficará insustentável. Como já aconteceu em outros casos no futebol mundial.

 


Empresário nega saída de Egídio do Palmeiras e prevê renovacão de contrato
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Alexandre Praetzel

O retorno de Cuca pode determinar algumas alterações no elenco do Palmeiras. O treinador deve indicar alguns reforços e liberar jogadores para negociações. Quem sempre é cotado para sair é o lateral-esquerdo Egídio. Torcedores nas redes sociais reclamam do baixo desempenho com a camisa do Verdão.

Fui questionado por diversos palmeirenses se Egídio estaria indo para o Vasco ou Inter, para a disputa do Campeonato Brasileiro. O blog fez contato com o empresário do atleta, Eduardo Uram.

''Não tem nada e não recebi contato de ninguém ligado a outro clube. O Egídio é do Palmeiras e pretendemos renovar o contrato'', afirmou. Egídio tem compromisso com o Palmeiras até o final de 2017.

Ele chegou em julho de 2015. Disputou 78 jogos e marcou dois gols. Sempre foi reserva de Zé Roberto. Antes de vir para São Paulo, Egídio foi bicampeão brasileiro pelo Cruzeiro em 2013 e 2014.


O jogador de “Seleção” no Brasil
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Alexandre Praetzel

Os Campeonatos Estaduais terminaram no Brasil e reconhecemos que alguns jogadores acabaram se destacando. Mesmo enfrentando times com estruturas e qualificações menores. nomes de grandes clubes ganharam espaço na mídia e apoio nas redes sociais. Aí, começam a chegar pedidos públicos por convocações à Seleção Brasileira.

Por isso, pergunto. Como um jogador vira nome para a Seleção, no território nacional? A bola da vez é Rodriguinho. Ironizado como ''Podriguinho'' e ''Ruindriguinho'' pelos próprios corintianos, em 2015 e 2016, Rodriguinho foi destaque no Paulista e agora virou um jogador maravilhoso, pela maioria. Realmente, teve atuações de destaque, com gols e jogadas muito bonitas, como o ótimo lance na vitória de 2 a 1 sobre a Universidad do Chile, pela Copa Sul-Americana.

Mas qual o critério para se convocar para a Seleção? Será que um Paulista serve de parâmetro para determinar um chamado? Ou muitas vezes isso acontece, pela política ou embalo da opinião pública sobre um atleta ou pura preferência pessoal do treinador? Em 2001, Emerson Leão chamou o volante Leomar, que não era mau jogador, mas que não tinha bola para passar perto da Seleção.

Quando Dudu foi convocado por Tite, achei um exagero. Não pelos desempenhos do palmeirense, mas porque havia outros nomes bem melhores, à frente de Dudu. Me posicionei da mesma maneira sobre Diego Souza. Acredito que existem camisas 9 superiores ao protagonista do Sport. Então, o critério é o mesmo para Rodriguinho. Pode ser o principal corintiano do momento, mas não tem bola para a Seleção, pelo simples fato de termos vários meias superiores a ele. Se a Seleção é o conjunto dos melhores, Rodriguinho e Dudu não têm vez, na minha opinião. Vale o mesmo para Jô, participante do grupo do Mundial 2014.

E acredito que o futebol brasileiro nota 6 perdeu muito espaço para colocar alguém de destaque entre os convocados. É um bom assunto para debater.


Corinthians busca um meia no mercado
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Alexandre Praetzel

O Corinthians não esconde de ninguém que busca reforços para o Campeonato Brasileiro, mesmo com a conquista do Paulista. Além do lateral-direito Cicinho, ex-Santos e Ponte Preta, e do atacante Clayson, da Ponte Preta, a diretoria quer um meia para a reserva de Rodriguinho e Jadson.

Hoje, apenas o garoto Pedrinho é opção. Giovanni Augusto está machucado e Marquinhos Gabriel perdeu espaço, apesar dos discursos a favor do atleta. Como o dinheiro está escasso, o Corinthians vasculha o mercado brasileiro para encaminhar alguma negociação.

O presidente Roberto de Andrade também considera importante não perder ninguém, mesmo com a necessidade financeira do clube. Fagner e Guilherme Arana são nomes cotados para deixar o Corinthians, com o surgimento de ofertas do exterior.

A certeza é que os investimentos serão pequenos em contratações, com nomes pontuais e indicados pelos analistas de desempenho, fundamentais hoje para muitas comissões técnicas.


Corinthians encaminha contratação do lateral Cicinho
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Alexandre Praetzel

O Corinthians deve anunciar a contratação do lateral-direito Cicinho, ex-Santos e Ponte Preta. O blog apurou que o jogador está próximo de voltar ao Brasil por empréstimo de uma temporada. Cicinho está no Ludogorets da Bulgária, desde agosto de 2015. Disputou 31 partidas e marcou um gol.

Em 2017, foram 20 jogos, com 1.706 minutos em campo e três confrontos da Liga dos Campeões. Cicinho vem para ser opção a Fagner, reforçando a disputa pela posição. O garoto Léo Príncipe, reserva imediato, não agradou.

Cicinho foi revelado pelo Remo-PA. Depois passou por Juventude e Brasiliense, até chegar à Ponte Preta, onde teve boas atuações. Em Campinas, fez 75 jogos e marcou seis gols, de 2012 a 2013.

Contratado pelo Santos, foi titular e completou 100 partidas, com quatro gols, de 2013 a 2015, quando foi negociado com os búlgaros.